Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Bancários do MA poderão entrar em greve no próximo dia 6

Bancários podem entrar em greve a partir de 6 de setembro Jonas Ramos/Agencia RBS

No  próximo dia 6 de setembro, bancários de todo Brasil entrarão em greve por tempo indeterminado. O sindicato dos bancários quer que os trabalhadores recebam 14,78% a mais em seus salários, entre reposição da inflação e aumento real.

Porém, os bancários do Maranhão reivindicam reajuste de 28,33%, PLR de 25% do lucro líquido linear, isonomia e a reposição das perdas salariais acumuladas.

Na segunda-feira (29), o bancários receberam proposta de reajuste de 6,5%, abono de R$ 3 mil e manutenção das regras para PLR, com extinção do vale-cultura em dezembro, se se não for renovado pelo Governo. O comando Nacional dos Bancários indica rejeição da proposta e cobrou resposta para outras reivindicações.

Durante a terça-feira (30), as negociações prosseguiram normalmente. Os bancários  se reunirão em assembleia nesta quinta – feira (01),  às 18h30, na sede do SEEB-MA, em São Luís, para rejeitar a proposta e deflagrar a greve a partir do dia 6 de setembro.

Senado cassa Dilma Rousseff

Dilma Rousseff (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)

Dilma Rousseff, a primeira mulher a assumir a Presidência da República teve seu mandato cassado por 61 votos a favor e 20 contra no Senado nesta quarta-feira, 31 de agosto. A decisão ocorreu, 273 dias depois que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) autorizou a abertura de um processo de impeachment contra ela.

Em um processo supervisionado pelo Supremo Tribunal Federal, cujo julgamento foi presidido pelo presidente da corte, Ricardo Lewandowski, a maioria dos senadores decidiu que a Dilma cometeu um crime de responsabilidade ao autorizar as chamadas “pedaladas fiscais” — uso de dinheiro de bancos públicos para melhorar momentaneamente as contas do governo.

Foram quase nove meses de grandes articulações, conspirações, negociações, embates públicos, recursos a entidades internacionais e bate-bocas sem precedentes, mas com efeito político nulo. Fragilizada no Congresso por manter por anos uma relação de distanciamento com sua base, Dilma termina o processo de impeachment com uma sentença de completo isolamento político.

Contrariando o comportamento que adotou enquanto esteve no poder, Dilma fez um último esforço e se entregou à política. Desde que o processo chegou ao Senado, recebeu mais de 15 senadores que poderiam mudar de ideia e ajudá-la a garantir seu mandato. Mesmo seus auxiliares destacavam que era mais atenção do que dispensara a eles durante os últimos cinco anos. Na segunda-feira, dia 29, subiu à tribuna do plenário para fazer pessoalmente sua defesa. Discursou, recebeu afagos de aliados e respondeu a perguntas pouco profundas de seus opositores, em uma sessão que durou mais de 14 horas. “Estou exausta. Estou na fase final do cansaço”, disse na saída do Senado, tarde da noite, antes de entrar no carro em um de seus últimos trajetos ao Palácio da Alvorada antes de perder o mandato.

Com informações da Revista Época 

Brasil: Em dia histórico, país deverá ter hoje impeachment e duas posses

Foram cerca de 70 horas de acaloradas discussões, lágrimas, discursos pela madrugada e ameaça de uso do “poder de polícia” para conter os ânimos até que chegasse, finalmente, o dia do juízo final para a presidente afastada, Dilma Rousseff, acusada de cometer crime de responsabilidade. Nesta quarta-feira, último dia do mês de agosto, o Senado concluirá o segundo processo de impeachment de um presidente na história democrática.

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Ao que tudo indica, o resultado da votação que se iniciará na manhã desta quarta-feira trará para Dilma um resultado quase tão trágico quanto aquele vivido no mesmo mês de agosto por alguns dos antecessores que a petista citou em seu discurso na segunda-feira. Foi o mês em que Getúlio Vargas tirou a própria vida e que Juscelino Kubitschek morreu. Foi também o mês da renúncia de Jânio Quadros, ato que, anos depois, desembocaria no regime militar, período citado por Dilma em sua fala para comparar a tortura que então sofreu ao momento que vive hoje. Uma vez confirmado o impedimento dela, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) deverá assumir interinamente a Presidência da República da noite desta quarta-feira até a próxima terça-feira, já que Michel Temer pretende embarcar para a China logo após ser empossado pelo Congresso Nacional.

Em levantamento do GLOBO, 53 senadores já admitiram votar a favor do impeachment. São necessários 54 votos para que Dilma seja cassada. Mas o clima na noite de terça-feira, consolidado após as longas horas da sessão, era francamente favorável ao impeachment. Os poucos senadores que resistiam em anunciar publicamente seus votos eram contabilizados pelo Palácio do Planalto como favoráveis à cassação da presidente afastada. Confiantes no resultado, auxiliares do presidente interino, Michel Temer, afirmavam que o “centro da meta” seriam 60 votos, com margem de até dois a mais, ou dois a menos. Ou seja, um número ainda mais folgado que os 59 votos obtidos há três semanas, quando o Senado levou Dilma a julgamento.

No plenário do Senado, durante a arrastada sessão que teve 65 senadores inscritos para falar, cada um por dez minutos, o senador Fernando Collor (PTC-AL), alvo de impeachment em 1992, fez críticas ao governo petista e negou a tese do golpe, como defende o PT. Sinalizando que pode ser o 54º voto a favor do impeachment, ele comparou sua situação à de Dilma afirmando que, quando foi alvo do impedimento, “forças conjugadas simularam uma crise política de governabilidade”, mas, hoje, o cenário é outro.

Collor disse que Dilma transformou sua gestão em uma “tragédia anunciada” e enfrenta um “desfecho típico de um governo que faz da cegueira econômica o seu calvário, e da surdez política o seu cadafalso”.

Neste último dia antes do julgamento final, houve também choro dos dois lados. Enquanto a autora do pedido de impeachment, Janaína Paschoal, emocionou-se ao dizer que pedia o impedimento da presidente afastada pensando em todos os brasileiros, inclusive nos netos de Dilma, o advogado da petista, José Eduardo Cardozo, chorou durante entrevista ao apontar o que vê como uma “injustiça” contra sua chefe.

No PT, os discursos miravam mais o futuro a médio prazo do que uma tentativa imediata de virar votos. Cientes de que a votação deste último dia de agosto pode enterrar de vez a era de hegemonia petista, os senadores do partido alertavam para a “tragédia” de um governo Temer, voltado para o capital privado e exigindo sacrifícios sociais, numa indicação sobre o tom da oposição que poderá ser liderada pelo PT.

Enquanto o polêmico senador Magno Malta (PR-ES) dizia presenciar o mais triste “velório” pela ausência de mobilização pró-Dilma, o Planalto já se preparava para a posse definitiva de Temer. A cerimônia, prevista para esta tarde, no plenário da Câmara selará o desfecho do impeachment nove meses após o então poderoso presidente da Câmara, o hoje deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter dado início ao processo.

(O Globo)

Conheça Paloma Moreira, candidata a vereadora de Raposa

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Jessica Paloma da Silva Moreira, nasceu no dia 26 de agosto de 1996 em São Luís. Filha de Félix Marques Moreira e Selda Sousa da Silva. Paloma foi criada na cidade de Raposa e concluiu o Ensino médio no Centro de Ensino Prof. José França de Sousa, escola fundada por seu pai no segundo mandato de vereador.

Aos dezessete anos de idade concluiu o curso Técnico em Enfermagem, no qual deu continuidade no Ensino Superior.

Estimulada pelo seu pai, ex-vereador e líder político Félix Moreira, pela primeira vez, Paloma está se colocando à disposição da população para concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores de Raposa, por acreditar que conhece a realidade e às necessidades da população raposense.

Caso seja eleita, Paloma pretende como vereadora junto ao poder público municipal, desenvolver projetos na área da saúde e assistência, buscando o desenvolvimento da sociedade raposense por meio de seu trabalho e compromisso com a mesma.

Paloma Moreira é filiada ao (PEN) e apoia o candidato a prefeito Eudes Barros.

Grupo Mateus desmente informação de produtos a R$0,50

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A assessoria de comunicação do Grupo Mateus desmentiu a informação que bombou nos grupos do Whatsapp na manhã desta terça-feira, 30,  em que todas as unidades do grupo produtos seriam vendidos a R$0,50. De acordo com a assessoria do Grupo, as lojas vão sim entrar em promoção nesta quarta-feira, 31, mas cada produto terá um preço promocional diferente.

Outra informação falsa que rolou nos grupos de Whatsapp era de que os supermercados da rede iriam funcionar das 6h até meia noite. Contudo, a assessoria ressaltou que as unidades vão estar abertas das 7h às 22h.