Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Delegado é exonerado por improbidade administrativa

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Um delegado da Polícia Civil foi exonerado pelo governo do estado por atos de improbidade administrativa. A exoneração de Sérgio Luis Rêgo Damasceno foi publicada no diário oficial do governo do estado depois do julgamento de um processo administrativo aberto pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

A Secretaria disse que a Ação Civil Pública (ACP) que resultou na demissão do delegado é oriunda da comarca de Barão de Grajaú, distante cerca de 490 km de São Luís.

Por meio de nota, o delegado Sérgio Luis Rêgo Damasceno afirmou que desde o ano de 2016 vem sofrendo injusta, cruel e covarde perseguição por parte da atual cúpula da Secretaria de Segurança. O delegado disse ainda que vai buscar os meios legítimos, corretos e honestos para assegurar os diretos dele.

Ele falou também que não cometeu nenhum crime e que nunca teve punição pela corregedoria para sofrer pena máxima. O delegado finaliza dizendo que o estatuto da polícia civil garante a ele o direito de recorrer ao conselho superior de polícia.

Com informações do G1/MA

Feliz Dia das Mães!

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Nota de pesar pelo falecimento do vereador Edmilson Jansen (PTC)

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Manifesto meu profundo pesar pela morte do vereador Edmilson Jansen (PTC).  Jansen teve complicações em virtude de uma cirurgia bariátrica (redução de estômago), cirurgia realizada no dia 24 de abril,  vindo a óbito por volta das 22h deste sábado (13).

Edmilson Jansen deixa como legado uma belíssima trajetória marcada pelo respeito ao próximo, amor e dedicação à família. Diante desta perda irreparável, a titular do blog se solidariza com familiares e amigos, rogando a Deus conforto espiritual para todos da família.

O velório de Edmilson deve acontecer no plenário da Câmara da Municipal de São Luis.

Daqui a pouco mais informações.

 

TJ confirma desbloqueio de bens de Roseana Sarney

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As Câmaras Criminais Reunidas, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) confirmaram, no fim da manhã desta sexta (12), a decisão do desembargador José de Ribamar Fróz Sobrinho, que em 4 de abril passado mandou desbloquear os bens da ex-governadora Roseana Sarney Murad (PMDB).

 

A decisão de Fróz Sobrinho anulou outra, datada de 1º de fevereiro, da juíza Oriana Gomes, da 8ª Vara Criminal de São Luís, que mandou bloquear os bens da ex-governadora e de outras nove pessoas envolvidas no chamado ‘caso Sefaz’ – esquema fraudulento na Secretaria da Fazenda do Estado por meio de acordos de compensação de débitos tributários – ICMS – com créditos não tributários oriundos de precatórios judiciais.

O esquema, segundo o MPMA, causou um ‘rombo’ nos cofres estaduais de R$ 410 milhões.

 

Com informações O Informante

Mônica Moura diz que Dilma ‘era um poste para eleger’ na campanha de 2010

Uma das delatoras da Lava Jato, a marqueteira Mônica Moura relatou à Procuradoria Geral da República (PGR) que o marido dela, o publicitário João Santana, exigiu em contrato na eleição de 2010 autonomia para tomar as decisões da primeira campanha presidencial de Dilma Rousseff. Mônica afirmou aos procuradores da República que, à época, a avaliação era de que a petista ia perder. “Era impossível, era um poste para eleger”, avaliou a marqueteira.

A declaração foi dada por Mônica Moura em um dos depoimentos de sua delação premiada. Ela e João Santana fecharam um acordo de colaboração com a PGR para reduzir a pena de prisão.

Nesta quinta (11), o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF, ministro Edson Fachin, derrubou o sigilo das delações premiadas do casal de marqueteiros. Os vídeos dos depoimentos foram divulgados nesta sexta (12).

VEJA OS VÍDEOS DA DELAÇÃO DO CASAL

“Numa campanha, por exemplo, como a da Dilma, de 2010, dificílima, todo mundo apostava que ia perder. Era impossÍvel, era um poste pra eleger. O João nãoo aceitava que, por exemplo, ficassem 10, 12 pessoas do PT dando opinião no programa [eleitoral]. A nossa parte era o marketing. TV, rádio, música, jingle. O João não permitia, colocava no início, como cláusula: ‘eu não aceito que fique aqui um conglomerado de gente do PT, todo mundo dando opinião”, declarou a publicitária em um dos vídeos da delação premiada.

O casal João Santana foi o responsável pelas duas campanhas eleitorais de Dilma, em 2010 e 2014. Afilhada política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a petista venceu, em 2010, o tucano José Serra (SP) no segundo turno com a assessoria de comunicação de João Santana.

O marqueteiro e a mulher dele foram presos em 23 de fevereiro do ano passado, na 23ª fase da Lava Jato – batizada de Acarajé. Eles foram soltos seis meses depois por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância.

Em fevereiro deste ano, o magistrado do Paraná condenou o casal a 8 anos e 4 meses de prisão por lavagem de dinheiro.

Do G1