Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Trabalhadores informais recebem benefício do programa “Mais Renda” em Raposa

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Em mais uma ação do Governo do Estado, o município de Raposa foi contemplado através do  Programa ‘Mais Renda’ com 53 kit Negócios, contendo fardamento oficial do programa, utensílios e equipamentos, como carrinhos adequados à venda de churrasco, cachorro-quente, salgados, fritadeiras e chapas a gás.

O projeto piloto do Programa ‘Mais Renda’ foi planejado pelo governador Flávio Dino para promover a inclusão socioprodutiva de 400 famílias em situação de vulnerabilidade social, por meio da inserção, organização e estruturação de pequenos empreendimentos, visando à ampliação da renda e à melhoria da qualidade de vida de pequenos empreendedores e de suas famílias.

A seleção do público foi realizada a partir do Cadastro Único com pessoas de baixa renda e que já comercializam alimentos, mas que estão em situações precárias. Durante as reuniões de apresentação do programa foi explicado também da proibição de venda, aluguel e da necessidade de devolução dos equipamentos caso haja desistência de participação no programa.

O prefeito Clodomir de Oliveira, junto com o Secretário de Agricultura, Neto Dias, realizaram a entrega dos kits para os beneficiários do programa no município.

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Maria Aldina, uma das beneficiadas pelo Programa.

A autônoma Maria Aldina,  ficou entusiasmada quando soube que seria uma das contempladas. “Estou muito feliz, foi uma emoção muito grande, agora terei oportunidade de montar meu próprio negócio. É muito gratificante ter um governo que pensa no melhor para o povo. Tem muita gente querendo trabalhar e faltava uma oportunidade como essa”, concluiu emocionada.

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O prefeito Clodomir de Oliveira, falou da importância de programas de geração de renda em tempos de crise. “As parcerias com o Governo do Estado são de fundamental importância para que o município continue avançando. Sabemos que o índice de desemprego aumenta no país e estamos buscando alternativas para a população, por isso a felicidade é geral quando um programa como esse chega a Raposa, pois traz dignidade ao cidadão”.

Senado aprova afastamento da presidente Dilma por 180 dias

Senado aprova afastamento da presidente Dilma por 180 dias | Foto: Beto Barata / Agência Senado / Divulgação

O plenário do Senado aprovou, na manhã desta quinta-feira, a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na votação eletrônica, 55 senadores votaram a favor e 22 contra. Houve duas ausências. Após quase 20 horas de duração, o presidente da Casa, Renan Calheiros, encerrou a sessão extraordinária às 6h38min.

Cabe agora ao primeiro-secretário da Mesa-Diretora da Casa, Vicentinho Alves, notificar Dilma pessoalmente da decisão de afastá-la por até 180 dias, período em que o vice-presidente Michel Temer assumirá o comando do País. Dilma acompanhou a votação no Palácio do Planalto e deve receber a notificação ainda nesta quinta. Diferente dela, Michel Temer será notificado por escrito da decisão do Senado. Não será necessário nenhum tipo de transmissão de cargo ou outra formalidade.

A sessão extraordinária que aprovou a admissibilidade do impeachment de Dilma teve início ainda na manhã de quarta-feira. Dois 81 senadores, 71 discursaram no plenário antes da votação.

Comissão Especial

Com a aprovação de hoje, o processo volta para a Comissão Especial do Impeachment. A comissão começará a fase de instrução, coletando provas e ouvindo testemunhas de defesa e acusação sobre o caso. O objetivo será apurar se a presidente cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos com créditos suplementares mesmo após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para revisão da meta fiscal, alterando a previsão de superávit para déficit.

A comissão também irá apurar se o fato de o governo não ter repassado aos bancos públicos, dentro do prazo previsto, os recursos referentes ao pagamento de programas sociais, com a cobrança de juros por parte das instituições financeiras, caracteriza uma operação de crédito. Em caso positivo, isso também é considerado crime de responsabilidade com punição de perda de mandato.

Um novo parecer, com base nos dados colhidos e na defesa, é elaborado em prazo de 10 dias pela comissão especial. O novo parecer é votado na comissão e, mais uma vez, independentemente do resultado, segue para plenário. A comissão continuará sob comando do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) e a relatoria com Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Embora o Senado não tenha prazo para concluir a instrução processual e julgar em definitivo a presidenta, os membros da comissão pretendem retomar os trabalhos logo. A expectativa de Lira é que até sexta-feira um rito da nova fase esteja definido, com um cronograma para os próximos passos.

Ele não sabe ainda se os senadores vão se reunir de segunda a sexta-feira, ou em dias específicos e nem se vão incluir na análise do processo outros fatos além dos que foram colocados na denúncia aceita pelo presidente da Câmara dos Deputados. A votação dos requerimentos para oitiva de testemunhas e juntada de documentos aos autos deve começar na próxima semana.

Presidente do STF

Na nova etapa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, passa a ser o presidente do processo, sendo também a última instância de recursos na Comissão Processante. “O processo volta para a comissão, sendo que a instância máxima será o presidente do STF. Se houver alguma questão de ordem que eu indeferir, o recurso será apresentado a ele. Ele passa a ser o presidente do julgamento do impeachment”, explicou o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).

Afastamento

Com a abertura do processo no Senado, Dilma Rousseff é afastada do exercício do cargo por até 180 dias. A presidente poderá apresentar defesa em até 20 dias. O vice-presidente Michel Temer assume o comando do Executivo até o encerramento do processo. A comissão pode interrogá-la, que pode não comparecer ou não responder às perguntas formuladas.

Intervenção

Há a possibilidade de intervenção processual dos denunciantes e do denunciado. Ao fim, defesa e acusação têm prazo de 15 dias para alegações finais escritas.

Segunda votação em plenário

Depois que a comissão votar o novo parecer, o documento é lido em plenário, publicado no Diário do Senado e, em 48 horas, incluído na ordem do dia e votado pelos senadores. Para iniciar a sessão são necessários mais da metade dos senadores (41 de 81). Para aprovação, o quórum mínimo é de mais da metade dos presentes.

Se o parecer é rejeitado, o processo é arquivado e a presidenta Dilma Rousseff reassume o cargo. Se o parecer é aprovado, o julgamento final é marcado.

Recursos

A presidente da República e os denunciantes são notificados da decisão (rejeição ou aprovação). Cabe recurso para o presidente do Supremo Tribunal Federal contra deliberações da Comissão Especial em qualquer fase do procedimento.

Decisão final

Na votação final no Senado, os parlamentares votam sim ou não ao questionamento do presidente do STF, que perguntará se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade no exercício do mandato.

As partes poderão comparecer pessoalmente ou por intermédio de seus procuradores à votação. Para iniciar a sessão é necessário quórum de 41 dos 81 senadores. Para aprovar o impeachment é preciso maioria qualificada (dois terços dos senadores), o que equivale a 54 dos 81 possíveis votos.

Se for absolvida, Dilma Rousseff volta ao cargo e dá continuidade à sua gestão. Se for condenada, Dilma é destituída e fica inabilitada para exercer função pública por oito anos. Michel Temer, então, assume a presidência do país até o final do mandato.

Aceitação do processo de impeachment 

O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff teve início no final do ano passado, quando o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou o pedido assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Janaína Paschoal. A denúncia se deu pela emissão, pela presidente, de seis decretos de crédito suplementar em 2015 e pedalada fiscal no mesmo ano.

No dia 11 de abril, por 38 votos a 27, a comissão do impeachment da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator, favorável à abertura do processo de afastamento de Dilma. A instauração do processo de impeachment de Dilma Rousseff foi aprovado na Câmara no dia 17 de abril por 367 votos a 146.

No dia 18, o processo chegou ao Senado. Antes da votação encerrada nesta quinta-feira, a denúncia contra a presidente já havia sido aprovada pela comissão do impeachment do Senado por 15 votos a cinco, com uma abstenção. Nesse período, a Advocacia-Geral da Uniãa (AGU) tentou em diferentes ações barrar no Superior Tribunal Federal (STF) o processo, mas não teve êxito

Paço do Lumiar: Rilton Silva ganha apoio popular nas redes sociais ao anunciar pré-candidatura para legsislativo

A coragem do blogueiro e líder estudantil Rilton Silva em colocar o seu nome à disposição para disputar uma das vagas no legislativo luminense, é mais uma prova de dedicação e luta em favor da juventude de Paço do Lumiar, que há décadas já defende com determinação, em favor de garantir que os jovens de Paço do Lumiar tenham voz e vez.

Após anunciar seu interesse em disputar uma das cadeiras na Câmara Municipal, o jovem blogueiro e líder estudantil, recebeu elogios e declaração de apoio a sua possível candidatura, de vários internautas, a simpatia e a confiança foram os atributos mais reconhecidos.

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma importante ferramenta de pesquisa para analisar a popularidade e aceitação das pessoas que pretendem concorrer ao cargo público. Através das postagens é possível averiguar os assuntos mais comentados do momento e se estão baseados em críticas ou elogios. Nesse sentido, a força dos jovens nas redes sócias colocou a pré-candidatura a vereador de Rilton Silva, como uma das mais elogiadas.

As manifestações chegam também diretamente ao próprio líder juvenil, nas ruas, no dia-a-dia e a todo o momento. “Sou grato ao povo luminense que reconhece a nossa história e lutas em prol de nossa querida cidade. Tenho recebido muito carinho e apoio após anunciar nosso interesse em disputar uma vaga no legislativo. É um momento especial que estou aproveitando para esclarecer que podemos mudar nosso município com projetos sociais arrojados que precisam é de vontade política. Minhas bandeiras o povo de Paço conhece e com elas estou chegando ao coração dos luminenses, que também sonha por dias melhores”, finaliza Rilton Silva.

Renan Calheiros perde dente durante entrevista a jornalistas sobre impeachment

Cercado de microfones de emissoras de rádio e TV, Renan declarou que não iria votar sobre a abertura do processo que pode tirar Dilma do Palácio do Planalto.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), perdeu um dente enquanto concedia entrevista coletiva a jornalistas sobre o processo de impeachment da presidente Dilma.

Subitamente, o dente de Renan saltou. Ele, aparentemente, não se deu conta da perda. Ou soube assimilar o golpe.

Veja o vídeo abaixo:

Ministro Dias Toffoli autoriza inquérito para investigar ligação de Cunha com Furnas

Ministro Dias Toffoli autoriza inquérito para investigar ligação de Cunha com Furnas Fellipe Sampaio/SCO/STF/Fellipe Sampaio/SCO/STF

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito contra o presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para apurar o envolvimento do peemedebista no esquema de corrupção na estatal de energia Furnas. O pedido de investigação foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação do agora ex-senador Delcídio Amaral (sem partido – MS).

Inicialmente, o inquérito havia sido direcionado ao ministro Teori Zavascki, responsável pela Operação Lava Jato na Corte. Teori, porém, entendeu que essa investigação não tem relação com o esquema de corrupção da Petrobras.

Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), também é alvo de outro pedido de inquérito que investiga Furnas. O caso também foi redistribuído nesta quarta-feira e ficou com o ministro Gilmar Mendes. Ele, no entanto, ainda não autorizou o início dessa investigação.

Tanto Cunha quanto Aécio negam envolvimento no caso de Furnas.