Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Feriado de Adesão do Maranhão muda rotina do comércio

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Nesta sexta-feira (28) se celebra a data da Adesão do Maranhão à Independência. O feriado estadual altera a rotina da cidade, com isso, é necessário ficar atento com os horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) informa que, neste feriado, o comércio de rua em São Luís poderá abrir das 8 às 14 horas e os localizados nos shopping centers podem funcionar das 14 às 20 horas. Já o comércio varejista de gêneros alimentícios (supermercados), conforme decisão firmada entre empregadores e empregados por meio da Convenção Coletiva de Trabalho, poderá funcionar normalmente nesse dia.

Pais, professores e médicos estão entre os 30 pedófilos presos pela PF

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A Polícia Federal prendeu 27 pessoas em flagrante e três preventivamente até às 10h20 desta terça-feira (25), no âmbito da Operação Glasnost, que combate a exploração sexual de crianças e o compartilhamento de pornografia infantil na internet.

No Paraná, foram presas 4 pessoas, uma em flagrante em Curitiba e três em Maringá. Também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.

Segundo o delegado Flávio Augusto Palma, entre os detidos estão pais que abusavam das próprias filhas, professores, médicos, um homem de 80 anos e funcionários de altos cargos em órgãos públicos, entre outros. “Não existe perfil [de abusador] e ocorreu uma situação inusitada. Uma mulher foi presa por abuso sexual de crianças: toda a família praticava atos sexuais entre todos. Os familiares e conhecidos foram presos em desdobramentos da operação”, afirmou.

Foram emitidos 71 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e dois de condução coercitiva. Participam da operação 350 policiais de 30 unidades da PRF em 14 estados. Além de brasileiros, foram identificados abusadores americanos, franceses e russos; as informações foram encaminhadas para as autoridades locais.

Durante o monitoramento nas investigações, os policiais descobriram casos de abuso em tempo real. A informação foi repassada aos responsáveis e nove dos abusadores foram presos, no final de 2014.

“Praticamente todos os envolvidos praticaram crime de compartilhamento de pornografia infantil. O fato de armazenar imagens já configura crime. Também tem abuso de vulnerável, produção de pornografia, todos esses crimes aparecem”, explicou o delegado.

O crime com pena mais branda é a posse de pornografia, com pena de 4 anos e cabe fiança. Abuso é crime hediondo e não costuma ser afiançável, segundo a PF.

A investigação é concentrada em Curitiba, mas os mandados de prisão foram autorizados pelos juízos de cada região. Um estudante de medicina, preso na capital em 2010, mencionou a existência do site russo de compartilhamento de pornografia.

Casos

Em Vila Velha foi identificado um pai que abusava da filha, produziu imagens e compartilhou no site. Ele foi identificado e preso na operação. Em Jundiaí uma pessoa passava na rua fotografando crianças e chegou a cometer crimes. Ele também foi preso.

Em Praia Grande, foi preso o pai abusou da filha até os 8 anos de idade na casa da avó da menina. Ele compartilhava as imagens nas redes e afirmou que parou por medo da criança contar para as amigas.

Em Bauru um porteiro tirava fotos das crianças do condomínio e tentava aliciar. Ele é suspeito de abuso.

Com informações do UOL

Falso médico oftalmologista é preso em Pinheiro

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Na cidade de Pinheiro, a polícia prendeu em flagrante na tarde do último sábado (22) Rafael Nunes Luz, no bairro Matriz, acusado de praticar ilegalmente a profissão de oftalmologista. Os militares chegaram até o falso médico após denúncias anônimas.

No local onde Rafael realizava as consultas, os policiais apreenderam diversos materiais de uso exclusivo de médicos para consultas oftalmológicas.

Rafael Nunes Luz foi encaminhado para a 10º DP onde ficará à disposição da justiça.

Igarapé Grande: Carro da Cemar cai dentro de açude

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Na noite do último sábado (22), um carro da Cemar caiu em um açude as margens da MA-122, no município de Igarapé Grande, região do Médio Mearim.

As causas do acidente não foram divulgadas. A picape era utilizada pela Companhia para cortes no fornecimento de energia elétrica de consumidores inadimplentens. Não houve mortos ou feridos.

Senado deve votar projeto que obriga preso a pagar pela própria tornozeleira eletrônica

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar em agosto um projeto que obriga o preso a pagar a própria tornozeleira eletrônica.

A proposta prevê que o condenado terá de arcar com os custos do monitoramento, mas não especifica o que pode acontecer se o pagamento não for efetuado.

Nas últimas semanas, o tema tornozeleiras eletrônicas ganhou evidência porque dois políticos presos pela Polícia Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), tiveram concedida a prisão domiciliar mediante uso do equipamento.

No caso de Rocha Loures, preso no Distrito Federal, o ex-deputado foi levado pela Polícia Federal para Goiânia (GO) para instalar a tornozeleira. Geddel, por sua vez, preso em Salvador e transferido para Brasília, voltou para a Bahia em prisão domiciliar, mas, como não há o aparelho no estado, a Justiça de Brasília autorizou o monitoramento pela Polícia Federal por outros meios.

Apresentado pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC), o projeto sobre as tornozeleiras tem caráter terminativo na CCJ, ou seja, se aprovado, seguirá para análise da Câmara sem votação do plenário (a menos que haja recurso de algum parlamentar).

Relatora do projeto, a senadora Simone Tebet (PMDB-MG) deu parecer favorável e prevê que a proposta seja votada pela CCJ após o recesso parlamentar, que se encerra no próximo dia 31.

De acordo com o Ministério da Justiça, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) estima em R$ 301,25 o custo médio mensal para manutenção do equipamento.

Ao entregar o relatório, Simone Tebet acrescentou no projeto a possibilidade de, a partir de decisão judicial, ser concedida a isenção do pagamento do monitoramento a presos que não tiverem condições financeiras de arcar com os custos mensais das tornozeleira.

“Nada mais justo do que cobrar daquele que pode pagar pelo monitoramento. Agora, não dá para exigir de uma pessoa que ganha um salário mínimo, uma pessoa hipossuficiente, pobre, que ela tenha que pagar, descontar do seu salário. Esse acréscimo que fiz dá um equilíbrio, garante equidade e isonomia”, argumentou a relatora.

Nessa hipótese, pelo relatório, o custo com a tornozeleira será do poder público.

Pelas estimativas da relatora e do autor da proposta, se aprovado pelo Congresso Nacional, so projeto vai gerar uma economia de cerca de R$ 25 milhões por ano aos cofres públicos.

“A sociedade brasileira não pode e não deve arcar com esse custo”, argumentou Paulo Bauer na justificativa do projeto.

“Propomos que as despesas com o monitoramento eletrônico sejam arcadas pelo condenado, podendo tais custos serem descontados do valor que o preso eventualmente recebe pelo trabalho remunerado que foi autorizado a realizar”, acrescentou o tucano.

Com informações do G1