
O presidente Jair Bolsonaro nomeou Ricardo Machado Vieira como secretário executivo do Ministério da Educação (MEC). O decreto, assinado também pelo ministro Ricardo Vélez, foi publicado hoje (29) no Diário Oficial da União . Militar da Aeronáutica, desde fevereiro, Vieira era assessor especial da presidência do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Nas últimas semanas, Vélez anunciou várias vezes a mudança no cargo. No dia 12 de março, substituiu Luís Antônio Tozi, por Rubens Barreto da Silva, que ocupava o cargo de secretário executivo adjunto. No dia seguinte, anunciou que a secretária executiva seria Iolene Lima, que atua na Secretaria de Educação Básica.
No dia 11, seis funcionários comissionados da pasta foram exonerados. De acordo com o MEC, as mudanças tratam-se de uma reorganização no ministério.
Hoje, o ministro Vélez se reúne com o presidente Jair Bolsonaro para tratar sobre o futuro da pasta.

Sete centros de hemodiálise que deveriam ser inaugurados em 2015 pelo Governo do Maranhão continuam com as obras paradas. Em 2014, foram reservados R$ 7.5 milhões em um convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção dos centros, mas nenhum foi entregue.
Na região da baixada maranhense, uma alternativa do governo foi improvisar nove máquinas de hemodiálise no Hospital Regional, mas o número é insuficiente para a grande demanda da região.
Em contrapartida, o Centro de Hemodiálise de Pinheiro prometido há anos está com as obras paradas. Em julho de 2018, o secretário estadual de saúde, Carlos Lula, chegou a anunciar no Twitter que a clínica de Pinheiro seria entregue em 90 dias, mas ficou apenas na promessa.

Um dos pacientes que poderiam ser beneficiados pela clínica em Pinheiro é o Benjamim Soares, de 75 anos. Ele precisa sair da cidade três vezes por dia e viajar por oito horas em viagens para São Luís para fazer hemodiálise. Quando chega na capital, ainda precisa passar quatro horas na máquina.
“Eu vou porque sou obrigado e o sofrimento é muito grande. Agora… ou vai… ou morre. A gente tem que escolher”, disse Benjamim.
Em Chapadinha foram improvisadas nove máquinas de hemodiálise no Hospital Regional, o que ainda não supre a demanda da região. Em 2014, foram liberados R$ 2,4 milhões para a construção do Centro de Hemodiálise de Chapadinha, mas a obra ficou apenas na terraplanagem. O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) abriu procedimento para investigar onde foi parar o dinheiro.
Na cidade de São José de Ribamar, o centro está em fase de conclusão, mas não há mais trabalhadores no local desde o ano passado. Já para o Centro de Hemodiálise de Coroatá, quase R$ 2.5 milhões foram liberados em 2014 para a realização da obra, que deveria ser entregue em 2015. O prazo para conclusão era de 180 dias, mas quatro anos depois, o que existe é uma obra inacabada e que está tomada pelo mato.
O paciente renal Augusto Nascimento mora perto da obra abandonada em Coroatá, mas precisa viajar mais de uma hora para fazer hemodiálise no centro mais próximo, que fica em Pedreiras.
“Se tivesse bem aí, era bom. Era pertinho”, disse o lavrador.
Em nota, a Secretaria de Saúde do Maranhão disse que oferece quase 180 mil sessões de diálise por ano e que as obras estão atrasadas porque houve problemas com as empresas contratadas para o serviço e que o dinheiro do BNDES continua disponível para fazer as clínicas. Entretanto, não mencionou qualquer prazo para que os centros de hemodiálise sejam entregues.
Do G1MA

Um homem identificado como Antônio José atropelou e matou acidentalmente a filha de 1 ano, na última terça-feira (26), no bairro Divinéia, em São Luís. Segundo informações, o acidente aconteceu quando o pai tirava o carro da garagem de casa e não teria visto a criança, que estava atrás do veículo.
A criança chegou a ser levada para o hospital, o Socorrão I, mas não resistiu às graves lesões na cabeça, com aprofundamento do crânio.

Desde que voltou ao comando da Prefeitura de Santa Rita, o prefeito Hilton Gonçalo estabeleceu como meta reduzir em 95% o déficit habitacional no município. Diante desse desafio, o Programa Nossa Casa foi instituído e ao longo de dois anos e três meses já promoveu a entrega de 746 moradias populares, tirando as pessoas das casas de taipa e oferecendo dignidade. (Clique aqui e veja o vídeo).
Dentre as pessoas contempladas, está Dona Elizabeth ela é residente do povoado Jiquiri, mãe de 12 filhos. A dona de casa morou durante anos em uma casa de taipa, porém hoje reside em uma casa de telha e tijolo adquirida através programa municipal Nossa Casa. E o prefeito Hilton Gonçalo esteve visitando a residência recentemente.“Nossa meta é ampliar o número de unidades habitacionais construídas. Muito já foi feito e muito ainda se tem por fazer, vamos imprimir um ritmo mais forte e assim alcançar mais pessoas que precisam de uma moradia melhor”, destacou Hilton Gonçalo.
Para os próximos a Prefeitura de Santa Rita deve alcançar a meta de 750 moradias entregues, afinal o trabalho não para no município.