Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Companhia é condenada a indenizar passageiro que teve relógio furtado

A Companhia Aérea Copa Airlines foi condenada a pagar indenização, por danos morais, de R$ 5 mil a um passageiro, residente em São Luís, que teve sua bagagem extraviada, tendo sido furtado um relógio que estava dentro dela. A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) elevou o valor fixado em primeira instância, que era de R$ 4 mil, e manteve a indenização por danos materiais, de R$ 565,25.

As duas partes apelaram ao TJMA, requerendo reforma da sentença da Justiça de 1º grau. O passageiro considerou ínfimo o valor da indenização por danos morais e pediu majoração para R$ 30 mil. A empresa aérea afirmou já haver efetuado o pagamento e pediu que fosse mantida a sentença de base.

O desembargador Ricardo Duailibe (relator) disse que se aplica o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao caso, já que os passageiros se enquadram no conceito de consumidores, como destinatários finais do contrato de transporte, e a empresa se enquadra como fornecedora, na medida em que oferece o serviço.

O relator ressaltou ser entendimento do Superior Tribunal de Justiça que, desde o advento do CDC, é inaplicável a indenização prevista no Código Brasileiro de Aeronáutica e na Convenção de Varsóvia em caso de responsabilidade do transportador aéreo por extravio de carga.

Em caso de aplicação do CDC, não se indaga a respeito da culpa do agente, bastando o nexo de causalidade entre o dano e o fato causador, explicou o relator.

Duailibe disse que a negligência da empresa aérea abalou o patrimônio moral do passageiro, fato que não pode ser visto como mero transtorno, mas como aborrecimento passível de indenização por dano moral.

Quanto ao dano material, entendeu que a reparação deve ser pautada pelo valor real dos bens transportados na mala extraviada.

Os desembargadores Raimundo Barros e Angela Salazar acompanharam o voto do relator.

 

Prefeitura da Raposa discute melhoria da segurança alimentar e nutricional durante conferência

O COMSEA (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional) de Raposa, através da presidente Maria Enildes, em conjunto com a CAISAN (Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional) de Raposa, presidida pela secretária de Agricultura de Raposa, Rosana Dias, e pelo prefeito  Clodomir dos Santos, realizaram na última terça-feira (7), das 08:00 às 16 horas, a Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Raposa, com o objetivo de promover o debate sobre a política de sistema de segurança alimentar e nutricional do município de Raposa, com foco de assegurar alimentação adequada para todos. O evento teve o suporte da Secretaria de Agricultura do município.

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A Conferência visou também, oportunizar discussões, em rede, sobre a melhoria no sistema de segurança alimentar e nutricional do município, além de instituir e apresentar à sociedade a finalidade do COMSEA  e CAISAN para o fortalecimento do sistema.

“A Conferência é de suma importância para a sociedade, já que discute a Segurança Alimentar e Nutricional, que garante o direito humano ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade”, explicou a secretária Rosana Dias.

O prefeito Clodomir Oliveira dos Santos e o vice-prefeito  Messias Lisboa Aguiar, estiveram presentes no evento, acompanhados de outras autoridades como os secretários Ivonete dos Santos (Finanças), Maria Ivone (Educação), Ricardo Lago (Saúde), Roberto Sousa Alves (Infraestrutura), José Santos (Cultura), Oséias Lisboa (Esporte), Clauber Moreira (Administração), Lília Oliveira (Assistência Social) e Aroldo Rodrigues X (Pesca).

Representantes do Poder Legislativo também prestigiaram o evento, a exemplo do presidente da Câmara, Eudes Barros, e dos vereadores Laurivan Uchôa e Enoque Lisboa.

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O cantor e compositor raposense Pereira Filho e a dança portuguesa Esperança de Raposa foram as atrações culturais da Conferência.

A conselheira estadual de segurança alimentar e nutricional, Maria da Conceição de Almeida Ferreira, durante palestra, captou a atenção de todos os presentes ao falar da importância da Segurança Alimentar para os municípios.

Os participantes foram divididos em três grupos para debates e elaboração de propostas, para a composição do documento oficial da Conferência.

Ficaram assim divididos:

Eixo 1 – Comida de verdade: avanços e obstáculos para a conquista da alimentação adequada e saudável e da soberania alimentar.

Eixo 2 – Estratégia em andamento para a conquista da comida de verdade no âmbito local, estadual, regional, nacional e internacional.

Eixo 3 – Aperfeiçoamento e ampliação do Sistema nacional, municipal e estadual de segurança alimentar e nutricional: pacto federativo, participação Social e Intersetorialidade.

Sobrinha do senador João Alberto é assassinada em Teresina

HETIANE-teresina1A maranhense Hettyany Yaneska Castro Veras, 32 anos, sobrinha do senador João Alberto Souza (PMDB-MA), foi executada com três tiros pelo ex-marido, identificado como Eduardo, em uma academia em Teresina, no Piauí, no inicio da manhã desse sábado (11).

De acordo com a polícia, o crime foi motivado por ciúmes, já que o ex-marido não aceitava a separação.

Testemunhas contaram à polícia que Hettyany havia acabado de chegar à academia quando o ex-marido entrou no local e efetuou os disparos. Após ter executado a ex-esposa, ele atirou contra a própria nuca, mas foi socorrido a tempo e encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde permanece em estado de saúde estável, mas que pode ter sequelas graves permanentes.

Hettyany sera natural de Bacabal, onde passou toda sua infância residindo no bairro Cohab II. Seu pai, conhecido na região como Sebastião da ‘Mesa de Renda’, é irmão do senador maranhense.

Antes do crime passional, segundo a polícia, o ex-marido da sobrinha do senador João Alberto já havia sido preso, em dezembro do ano passado, em Bacabal, onde o casal morava antes da mudança para o Piauí.

Hettyany era formada em publicidade, cursava Direito e trabalhava para uma operadora de cartões de crédito.

Do Atual7

Prefeitura inicia obras de reforma em praças da Cohab

A Prefeitura de São Luís, por meio do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur), deu início a reforma de duas importantes praças localizadas no bairro da Cohab. O serviço atende a demandas dos Comitês Gestores das praças do Renascer e Rui Frazão, ambas localizadas no bairro.

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De acordo com o presidente do Impur, Luiz Borralho, a reforma deverá contemplar a completa restauração dos espaços para a devolução do convívio comunitário das famílias do entorno. “Por determinação do prefeito Edivaldo, os espaços serão reformados e restaurados para posterior devolução à população”, detalhou.

As praças deverão receber recuperação de todo o passeio, construção de bancos e mesas como espaço de interação, iluminação, área de lazer para crianças além de capina, avaliação de árvores e supressão de árvores caso seja necessário. Depois de concluído o trabalho, os espaços serão entregues para o Comitê Gestor formado pelos moradores, que deverão cuidar de revitalizar e preservar as praças. O prazo para recuperação é de 90 dias.

Também estão recebendo intervenções de manutenção as praças 4 e 5, além de todo canteiro central das avenidas da Cohab. Posteriormente, a Praça Luís Rocha também deverá entrar no cronograma de obras.

Menores são condenados à pena máxima por estupro coletivo em Castelo do Piauí

Os quatro adolescentes acusados de participação no estupro coletivo em Castelo do Piauí, em 27 de maio, foram condenados à pena máxima, prevista no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e responderão por três crimes: estupro, homicídio e tentativa de homicídio. A sentença foi anunciada pelo juiz Leonardo Brasileiro que entendeu que os infratores, com idades de 15, 16 e 17 anos, participaram ativamente do crime. O magistrado determinou a internação imediata dos adolescentes.

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Com a decisão judicial, os menores infratores serão encaminhados para o Centro Educacional Masculino (CEM), onde cumprirão medidas socioeducativas, ficando internados por no máximo três anos.

“Isso não quer dizer que após esse período, eles sejam soltos. Devido à comoção gerada pelo crime, a sentença prevê a avaliação da conduta dos menores e a possibilidade prosseguimento da internação, com a avaliação do poder judiciário, acompanhamento do Ministério Público e defesa dos infratores”, disse o promotor Cesário Cavalcante.

As vítimas foram amarradas e jogadas de um morro de 10 metros nos arredores de Castelo, a 190 km de Teresina. Uma das vítimas – Danielly Rodrigues, de 17 anos – morreu após ter afundamento da face.

Além dos quatro adolescentes, um homem identificado como Adão de Sousa também é suspeito de participação no crime. O processo deste investigado tramita separadamente.

Do cidadeverde.com