Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Maranhense relata momentos de pânico em avião que pousou antes do acidente com time da Chapecoense

 

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No voo que levava o time da Chapecoense e jornalistas, um maranhense acabou morrendo: o atacante Ananias Eloi. Porém, outra pessoa natural do Maranhão também estava presente no voo da VivaColombia que necessitou fazer um pouso de emergência em Meddellín e vem sendo apontada como a causa que retardou a chegada da aeronave da empresa LaMía no aeroporto José Maria Córdova.

Maysa Ramos de 27 anos, estava no avião da VivaColombia, que tinha saído de Bogotá rumo à ilha de San Andrés, porém não chegou a seu destino por causa de uma emergência e precisou pousar no aeroporto mais próximo, justamente o de Medellin.

Já a aeronave da Chape, operada pela empresa boliviana Lamia, não conseguiu pousar e caiu minutos depois perto do aeroporto. Ainda não está claro se a emergência no voo comercial afetou de alguma forma o acidente que matou 71 pessoas, entre jogadores e funcionários do time brasileiro, além de jornalistas, convidados e tripulantes.

Além de Maysa, estavam pelo menos dois brasileiros nesse voo. Apesar do susto, os passageiros estão bem e depois do contratempo conseguiram chegar a seu destino. “Nosso voo foi confuso e teve muita turbulência”, disse a assistente de compras Maysa Ramos, 27, que está de férias na Colômbia e na companhia da advogada Hanna Pfeffer, 26.

A maranhense contou que no meio do voo, o piloto entrou o contato com os passageiros informando sobre um “vazamento de gasolina” e dizendo que seria necessário fazer um pouso de emergência em Medellín.  Já no chão, os passageiros tiveram que esperar no avião por cerca de 45 minutos e depois foram levados a uma sala de espera no aeroporto.

Buscando por informações, as duas brasileiras ouviram de uma funcionária do aeroporto que o voo delas tinha recebido prioridade de pouso em relação ao avião que transportava a Chapecoense, que havia caído.

“A mensagem que ela passava era: a culpa foi do voo de vocês”, conta Maysa, que nasceu no Maranhão, mas vive em Uberlândia (MG). “Fiquei muito perplexa. Ela precisou me contar umas três vezes porque eu não estava acreditando. A gente sabia que o avião tinha caído, mas não conseguimos acreditar que tinha sido por culpa do nosso avião.”

“A policial informou que infelizmente eles não conseguiram pousar pois já estávamos na prioridade de emergência”, escreveu Maysa a seus amigos. “Eles tinham que esperar o meu avião chegar ao solo… Nessa espera, perderam o contato com a torre e o avião caiu. E se eles tivessem pousado primeiro? Talvez seria o nosso avião rodando no ar também sem gasolina! Foi um caos, ninguém sabe ao certo o que aconteceu, todo mundo com medo de pegar outro avião, criança chorando, pessoas gritando…”

As autoridades colombianas, porém, não confirmaram uma relação direta entre os dois casos.

Em nota, a VivaColombia confirmou a ocorrência, mas negou que o avião tenha “declarado emergência” à torre de controle do aeroporto. “Foram feitos os procedimentos autorizados, aprovados e indicados pela torre de controle”, afirmou a empresa.

Banco do Brasil não poderá fechar agências no Maranhão

A Justiça do Maranhão deferiu nesta terça-feira (29), liminar em Ação Civil Pública (ACP) por meio da qual o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (PROCON-MA) pede a suspensão do fechamento de 13 agências bancárias no Maranhão. A Ação foi protocolada na Vara de Interesses Difusos e Coletivos em São Luís após decisão do Banco do Brasil (BB) de que 402 agências e 31 superintendências teriam suas atividades encerradas, além de 379 agências serem transformadas em postos de atendimento em todo o país.

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No Maranhão, o Banco do Brasil anunciou o fechamento de 13 agências, sendo que cinco serão fechadas e outras oito serão transformadas em postos de atendimento.

Na liminar, o juiz titular da Vara, Douglas Martins, determina o pleno funcionamento de todas as atuais agências no Estado, abstendo-se, ainda, de reduzi-las a postos de atendimento.

Ainda segundo a decisão judicial, os bancos deverão apontar quais os serviços deixariam de ser prestados nos postos de atendimento e quais continuarão sendo oferecidos, além de informar quais providências estão sendo ou foram tomadas para não gerar impacto negativo aos consumidores e apresentar o quantitativo de funcionários, atendimentos realizados em 2016 e clientes das agências que serão reestruturadas no estado do Maranhão.

Senadores maranhenses votam a favor da PEC do teto dos gastos

Fotomontagem: Eduardo Lindoso

O plenário do Senado concluiu no início da madrugada de quarta-feira (30), em Brasília – noite de terça-feira (29), em São Luís (MA) – a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A PEC ainda precisa ser analisada em segundo turno, previsto para 13 de dezembro.

O texto-base da proposta já havia sido aprovado na noite desta terça (29), mas, para concluir a votação, os senadores precisavam analisar três destaques (sugestões de alteração ao texto), que acabaram todos rejeitados. Um deles, por exemplo, excluía os investimentos em saúde e em educação do teto.

Os três senadores maranhenses no exercício do mandato – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Pinto Itamaraty (PSDB) – votaram a favor da proposição.

Por se tratar de uma proposta de mudança na Constituição, a proposta, para ir a segundo turno, precisava ser aprovada por pelo menos três quintos dos parlamentares (49 dos 81) e recebeu 61 votos (14 senadores foram contra) – saiba como cada senador votou.

Maranhense é uma das vítimas do acidente com avião da Chapecoense

O atacante Ananias, de São Luís estava no Chapecoense há dois anos. Foto: Reprodução

Uma das vítimas do acidente com o avião do Chapecoense ocorrido na madrugada desta terça-feira (29), o atacante Ananias, de São Luís estava no Chapecoense há dois anos.

Ele já havia atuado em times como Bahia, Portuguesa, Cruzeiro, Palmeiras e Sport.

Neste ano, ele já tinha somado seis gols e 41 jogos.

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Três jogadores da Chapecoense, dois tripulantes e um jornalista entre os resgatados no acidente

Três jogadores da Chapecoense ficaram feridos e estão entre os cinco sobreviventes da queda do avião que levava o time a Medellín: o lateral esquerdo Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Follmann. As informações são de hospitais da região e de familiares dos jogadores, como a irmã de Alan.

O goleiro Danilo foi outro jogador da Chapecoense encontrado vivo nos destroços. O jogador, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Também foram resgatados com vida o jornalista Rafael Henzel e a comissária de bordo Ximena Suarez. As autoridades colombianas chegaram a divulgar que apenas cinco pessoas foram encontradas com vida pelos bombeiros, mas posteriormente o zagueiro Neto foi incluído na relação.

“Temos a informação de que foi encontrado Neto, de 31 anos. Milagres existem. Temos que tirar todos da aeronave”, disse um bombeiro que participa do resgate.

“Alan Ruschel tem uma fratura de luxação na coluna e do membro superior direito. Está passando por cirurgia e posteriormente passará por exames mais completos. Rafael tem um trauma de tórax e fratura de perna esquerda. E aguarda os procedimentos. Há mais feridos em uma outra clínica e no hospital São Vicente de Paula”, disse o porta-voz de um dos hospitais para onde as vítimas foram encaminhadas, em entrevista transmitida pelo canal SporTV.

A irmã de Alan Ruschel, Amanda, escreveu no Instagram que o estado de saúde do lateral é estável. “Graças a Deus o Alan está no hospital, estado estável. Estamos orando por todos que ainda não foram socorridos, e força para todos os familiares. Situação complicada, difícil. Só Deus para dar força mesmo”, escreveu.

O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, local do primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, desapareceu do radar e sofreu um acidente em Cerro Gordo, nas cercanias da cidade de La Unión, na madrugada desta terça-feira (29). No voo estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. Ainda não há confirmação oficial do nome das vítimas.

“Estamos fazendo resgate desta sexta pessoa com vida. São 35 minutos a pé e depois uma ambulância faz o transporte até o hospital. Estava próxima à fuselagem. Ainda não vamos confirmar os nomes das pessoas sobreviventes, mas são cinco homens e uma mulher”, disse Maurício Parodi, diretor da Dapart (Departamento Administrativo para Prevenção e Atenção de Desastres).

Alguns atletas da Chapecoense não viajaram com a delegação. A lista inclui os seguintes jogadores: Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo e Rafael Lima. Eles não vinham sendo utilizados pelo treinador Caio Júnior. Entre todo o time, o goleiro Nivaldo é o mais antigo do elenco e está no grupo desde que a equipe estava na Série D.

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, também não estava no voo. Ele estava na lista como convidado do clube para a viagem à Colômbia. Mais dois integrantes da lista, Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, também não estavam na aeronave. Ambos cuidam da logística do time, chegaram antes e estavam no aeroporto para o receptivo.

O avião tem lugar para 95 pessoas, mas, segundo as autoridades colombianas, tinha 72 passageiros e nove tripulantes no momento do acidente. No total, eram 48 membros da Chapecoense, incluindo 22 jogadores, 21 jornalistas e três convidados, além da tripulação.

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