Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Banco do Brasil não poderá fechar agências no Maranhão

A Justiça do Maranhão deferiu nesta terça-feira (29), liminar em Ação Civil Pública (ACP) por meio da qual o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (PROCON-MA) pede a suspensão do fechamento de 13 agências bancárias no Maranhão. A Ação foi protocolada na Vara de Interesses Difusos e Coletivos em São Luís após decisão do Banco do Brasil (BB) de que 402 agências e 31 superintendências teriam suas atividades encerradas, além de 379 agências serem transformadas em postos de atendimento em todo o país.

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No Maranhão, o Banco do Brasil anunciou o fechamento de 13 agências, sendo que cinco serão fechadas e outras oito serão transformadas em postos de atendimento.

Na liminar, o juiz titular da Vara, Douglas Martins, determina o pleno funcionamento de todas as atuais agências no Estado, abstendo-se, ainda, de reduzi-las a postos de atendimento.

Ainda segundo a decisão judicial, os bancos deverão apontar quais os serviços deixariam de ser prestados nos postos de atendimento e quais continuarão sendo oferecidos, além de informar quais providências estão sendo ou foram tomadas para não gerar impacto negativo aos consumidores e apresentar o quantitativo de funcionários, atendimentos realizados em 2016 e clientes das agências que serão reestruturadas no estado do Maranhão.

Senadores maranhenses votam a favor da PEC do teto dos gastos

Fotomontagem: Eduardo Lindoso

O plenário do Senado concluiu no início da madrugada de quarta-feira (30), em Brasília – noite de terça-feira (29), em São Luís (MA) – a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A PEC ainda precisa ser analisada em segundo turno, previsto para 13 de dezembro.

O texto-base da proposta já havia sido aprovado na noite desta terça (29), mas, para concluir a votação, os senadores precisavam analisar três destaques (sugestões de alteração ao texto), que acabaram todos rejeitados. Um deles, por exemplo, excluía os investimentos em saúde e em educação do teto.

Os três senadores maranhenses no exercício do mandato – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Pinto Itamaraty (PSDB) – votaram a favor da proposição.

Por se tratar de uma proposta de mudança na Constituição, a proposta, para ir a segundo turno, precisava ser aprovada por pelo menos três quintos dos parlamentares (49 dos 81) e recebeu 61 votos (14 senadores foram contra) – saiba como cada senador votou.

Maranhense é uma das vítimas do acidente com avião da Chapecoense

O atacante Ananias, de São Luís estava no Chapecoense há dois anos. Foto: Reprodução

Uma das vítimas do acidente com o avião do Chapecoense ocorrido na madrugada desta terça-feira (29), o atacante Ananias, de São Luís estava no Chapecoense há dois anos.

Ele já havia atuado em times como Bahia, Portuguesa, Cruzeiro, Palmeiras e Sport.

Neste ano, ele já tinha somado seis gols e 41 jogos.

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Três jogadores da Chapecoense, dois tripulantes e um jornalista entre os resgatados no acidente

Três jogadores da Chapecoense ficaram feridos e estão entre os cinco sobreviventes da queda do avião que levava o time a Medellín: o lateral esquerdo Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Follmann. As informações são de hospitais da região e de familiares dos jogadores, como a irmã de Alan.

O goleiro Danilo foi outro jogador da Chapecoense encontrado vivo nos destroços. O jogador, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Também foram resgatados com vida o jornalista Rafael Henzel e a comissária de bordo Ximena Suarez. As autoridades colombianas chegaram a divulgar que apenas cinco pessoas foram encontradas com vida pelos bombeiros, mas posteriormente o zagueiro Neto foi incluído na relação.

“Temos a informação de que foi encontrado Neto, de 31 anos. Milagres existem. Temos que tirar todos da aeronave”, disse um bombeiro que participa do resgate.

“Alan Ruschel tem uma fratura de luxação na coluna e do membro superior direito. Está passando por cirurgia e posteriormente passará por exames mais completos. Rafael tem um trauma de tórax e fratura de perna esquerda. E aguarda os procedimentos. Há mais feridos em uma outra clínica e no hospital São Vicente de Paula”, disse o porta-voz de um dos hospitais para onde as vítimas foram encaminhadas, em entrevista transmitida pelo canal SporTV.

A irmã de Alan Ruschel, Amanda, escreveu no Instagram que o estado de saúde do lateral é estável. “Graças a Deus o Alan está no hospital, estado estável. Estamos orando por todos que ainda não foram socorridos, e força para todos os familiares. Situação complicada, difícil. Só Deus para dar força mesmo”, escreveu.

O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, local do primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, desapareceu do radar e sofreu um acidente em Cerro Gordo, nas cercanias da cidade de La Unión, na madrugada desta terça-feira (29). No voo estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. Ainda não há confirmação oficial do nome das vítimas.

“Estamos fazendo resgate desta sexta pessoa com vida. São 35 minutos a pé e depois uma ambulância faz o transporte até o hospital. Estava próxima à fuselagem. Ainda não vamos confirmar os nomes das pessoas sobreviventes, mas são cinco homens e uma mulher”, disse Maurício Parodi, diretor da Dapart (Departamento Administrativo para Prevenção e Atenção de Desastres).

Alguns atletas da Chapecoense não viajaram com a delegação. A lista inclui os seguintes jogadores: Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo e Rafael Lima. Eles não vinham sendo utilizados pelo treinador Caio Júnior. Entre todo o time, o goleiro Nivaldo é o mais antigo do elenco e está no grupo desde que a equipe estava na Série D.

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, também não estava no voo. Ele estava na lista como convidado do clube para a viagem à Colômbia. Mais dois integrantes da lista, Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, também não estavam na aeronave. Ambos cuidam da logística do time, chegaram antes e estavam no aeroporto para o receptivo.

O avião tem lugar para 95 pessoas, mas, segundo as autoridades colombianas, tinha 72 passageiros e nove tripulantes no momento do acidente. No total, eram 48 membros da Chapecoense, incluindo 22 jogadores, 21 jornalistas e três convidados, além da tripulação.

UOL

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Acidente de avião com time da Chapecoense mata 76 na Colômbia

Equipe da Chapecoense

Um avião que transportava a delegação do clube de futebol Chapecoense sofreu um acidente na noite da segunda-feira quando se aproximava do aeroporto José María Córdova, na cidade de Medellín, na Colômbia. A aeronave, da companhia boliviana LAMIA, tinha 81 pessoas a bordo, sendo 72 passageiros entre membros da equipe e jornalistas, e nove membros da tripulação. As primeiras informações dão conta de pelo menos seis sobreviventes. O jogador Alan Ruschel foi a primeira vítima a chegar no hospital de La Ceja, a localidade mais próxima do ocorrido, segundo relato da agência EFE a partir do local, para onde os feridos estão sendo transportados.

A aeronave, com matrícula CP2933, deveria ter pousado em Medellín às 21h33 (0h33 pelo horário de Brasília), mas perdeu contato com a torre de controle quando sobrevoava o município de La Ceja. O avião, que havia feito escala no aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz (Bolívia), relatou “falhas elétricas”, segundo o primeiro comunicado do aeroporto de Medellín.

As autoridades ativaram um plano nacional de emergências. O aeroporto Córdova, que havia anunciado inicialmente o desaparecimento da aeronave, informou que o lugar do acidente só pode ser acessado por via terrestre, “devido às condições climáticas”. O prefeito do Medellín, Federico Gutiérrez, informou pelo Twitter que está se dirigindo para lá. “É uma verdadeira tragédia o que aconteceu esta noite”, disse o prefeito. “Oferecemos toda a colaboração técnica e humana para atender este acidente.” As autoridades solicitaram à população que, dadas as más condições climáticas e do terreno, não se dirijam ao local da queda. “Solicita-se à comunidade se abster de ir ao local do acidente, para evitar um colapso. Organismos de emergência trabalham conjuntamente.”

A equipe da Associação Chapecoenese de Futebol, de Chapecó (SC), viajava a Medellín para disputar nesta quarta-feira o jogo de ida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional – seria a partida mais importante da história do time catarinense. A equipe local manifestou solidariedade através das redes sociais, e a Conmebol divulgou nota informando a suspensão da final. A última imagem que se tem da equipe é um vídeo publicado no seu perfil do Facebook, onde alguns jogadores aparecem esperando o embarque.

A Chapecoense publicou uma nota no Facebook dizendo que não faria declarações oficiais enquanto as autoridades colombianas não prestassem todas as informações disponíveis.

O acidente da Chapecoense evoca outras tragédias similares sofridas por equipes de futebol. Em 1949, o avião no qual a equipe italiana do Torino voltava de um jogo em Lisboa caiu, matando 42 pessoas, entre elas quase todo o elenco. Onze anos depois, outro acidente envolveu a aeronave que trazia o Manchester United de Munique. Oito jogadores, dois dirigentes e o técnico morreram. Sobreviveram sete atletas, entre eles Bobby Charlton, lenda do United.

Fonte: Zero Hora