Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Nota de esclarecimento

Sobre o incêndio ocorrido ontem, sábado (30), na Fé em Deus, a Prefeitura de São Luís informa:

1 -Tão logo tomou conhecimento do fato, a Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas) e a Defesa Civil Municipal deslocaram equipes para o local.

2- De pronto, foram providenciadas cestas básicas, água, redes, entre outros itens, para atender as necessidades imediatas das famílias.

3- Os atingidos estão abrigados em casa de familiares, mas a Prefeitura, por meio da Semcas, está providenciando a inclusão dessas famílias em aluguel social até que sejam contempladas por moradia, por meio de programas de habitação. A Semcas também está providenciando a emissão da segunda via dos documentos daqueles que perderam.

5- Neste domingo (31), equipes da Defesa Civil e da Semcas retornaram ao local para dar prosseguimento ao atendimento. As famílias estão sendo direcionadas para a unidade do CRAS da região, onde continuarão a receber todo auxílio da Prefeitura.

Prefeitura presta assistência às famílias atingidas por incêndio na região da Liberdade

A Prefeitura de São Luís, por meio da Defesa Civil e da Secretaria da Criança Assistência Social (Semcas), esteve novamente neste domingo (31), na comunidade da Portelinha, região Fé em Deus e Liberdade, para dar prosseguimento ao trabalho de atendimento prestado às famílias atingidas pelo incêndio ocorrido no sábado (30). A assistência institucional e apoio às necessidades imediatas foram disponibilizadas pela Prefeitura assim que tomou conhecimento do ocorrido.

Para melhor prestar atendimento às famílias afetadas pelo sinistro, a Prefeitura instalou um posto de atendimento da Semcas no local, com o objetivo de tomar as medidas emergenciais quanto ao encaminhamento de famílias a abrigos institucionais mantidos pela Prefeitura e tomada de providências relativas à emissão da segunda via dos documentos perdidos no incêndio pelas pessoas afetadas.

Imediatamente após o ocorrido, foram providenciadas cestas básicas, água, redes, entre outros itens, para atender a necessidade imediata das famílias.  A comunidade também está se mobilizando em apoio às pessoas afetadas pelo incêndio, doando alimentos, roupas, sapatos, entre outros donativos.

Segundo a titular da Semcas, Andreia Lauande,  o trabalho de identificação das famílias atingidas está sendo feito por meio das informações constantes no Cadastro Único (Cadúnico), para que sejam, inclusive, atendidas pelo Aluguel social. Os atingidos estão inicialmente abrigados em casa de familiares, mas a Prefeitura, por meio da Semcas, está providenciando para que todas sejam incluídas em aluguel social até que sejam contemplados por moradia, por meio de programas de habitação. As famílias estão sendo orientadas também a procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do território pertencente a Portelinha, para outros atendimentos sociais disponibilizados pelo órgão.

A Defesa Civil já realizou cadastramento das famílias. Segundo​ a superintendente do órgão, Elitânia Barros, ao todo foram atingidas 16 barracos. Apesar da proporção, não houve vítimas, apenas danos materiais. Elitania informou ainda que, na próxima terça-feira (2),a Defesa Civil  retornará ao local para concluir o laudo da situação e enviar aos órgãos competentes.

A dona de casa Josiane dá Silva, uma das pessoas que teve a casa atingida incêndio, enalteceu o apoio prestado pela Prefeitura. “Foi fundamental o apoio prestado pela Prefeitura, assim que tudo aconteceu. As equipes chegaram e nos atenderam logo com alguns suprimentos essenciais. Já fiz também meu cadastro para requerer o aluguel social’, disse ela.

Solidariedade: Famílias desabrigadas após incêndio precisam de doações

No início da tarde deste sábado (30), aproximadamente 20 famílias tiveram seus barracos completamente incendiados na Travessa Joaquim Serra, no bairro Fé em Deus. Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve presente no local, realizando os procedimentos necessários para solucionar e conter o acidente.

Segundo os moradores da localidade, um curto circuito foi o causador do incêndio. As famílias perderam tudo e precisam de ajuda para recomeçar.

Neste momento, estão sendo realizadas campanhas de doações para as famílias desabrigadas, como: alimentos não perecíveis, roupas, sapatos, material de higiene pessoal, lençóis, toalhas de banho, eletrodomésticos.

“Qualquer doação é bem vinda, porque famílias perderam tudo e precisam muito de ajuda”, ressaltou João Batista morador da localidade.

Para ajudar, basta levar as doações no Centro Comunitário da Rua Joaquim Serra, bairro Fé em Deus.

 

 

 

 

 

 

Feliz Ano Novo!!!

Olá, queridos leitores!
2017 está chegando ao fim. Quero aproveitar este espaço para deixar minha mensagem de carinho e votos para que 2018 seja um ano próspero, de realizações e muita saúde. Que Deus oriente, proteja e abençoe a todos vocês.

 

 

 

 

Reajuste do salário mínimo é o menor dos últimos 24 anos

 

O que você faria se recebesse R$ 17 a mais no seu salário? É este o valor do reajuste do salário mínimo a partir do dia 1º de janeiro. O aumento de 1,81% é o menor em 24 anos. O índice fica abaixo da inflação acumulada nos 11 primeiros meses do ano, que foi 2,5%, ou nos últimos 12 meses, de 2,8% conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE.

Mas o reajuste, segundo o Ministério do Planejamento, leva em conta outra taxa de inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A previsão da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda é que o INPC fechará em 1,88% no acumulado de 2017.

O menor reajuste anual do mínimo havia sido concedido em 1999, quando aumentou 4,62%. A inflação acumulada em 12 meses, porém, era menor que o reajuste: 3,14%. Por isso, apesar de pequeno, o índice garantiu aumento real de 1,48% aos trabalhadores e pensionistas naquele ano. Desde então, o mínimo sempre teve aumento superior à inflação, exceto em 2011.

Nas ruas, o cidadão, indignado, não sabia nem o que dizer diante da notícia. “Esse valor de R$ 17 não vai mudar nada na minha vida”, diz a atendente de lanchonete Ketley Michele da Silva Oliveira, que ganha um salário mínimo.

E não foi apenas Ketley que ficou decepcionada com o reajuste do mínimo. Wagna Alves, que trabalha na área de eletrônica, se disse assustada. “Eu nem sei dizer o que dá para fazer com R$ 17 a mais no salário no mês. Não dá para fazer nada”, lamenta.

O novo valor traz um incremento menor que o sinalizado pelo próprio governo. Em agosto, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) previa aumento do mínimo para R$ 979, o que significa alta nominal de 4,48%. Uma semana depois, porém, o governo revisou a previsão para baixo e tirou R$ 10 do salário, ao reduzir o provável valor para R$ 969 (aumento de 3,41%).

Isso ocorre porque o mínimo é definido por um cálculo que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes – bem no olho do furacão da recessão que assolou a economia.

O governo havia previsto que o INPC encerraria 2017 com crescimento de 3,1%. No entanto, até novembro, o valor acumulado do ano está em 1,8%, exatamente o reajuste do mínimo previsto no decreto presidencial. Não haverá repasse do comportamento do PIB para os salários porque a economia apresentou queda em 2016.

O decreto foi assinado na sexta-feira (29) pelo presidente Michel Temer, e publicado em edição extra do “Diário Oficial”. O decreto também estabelece o valor do pagamento mínimo diário de R$ 31,80. A hora mínima passará dos atuais R$ 4,26 para R$ 4,34. O valor do mínimo é o mesmo pago a aposentados e pensionistas do INSS que ganham o piso previdenciário.