Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Helicóptero que caiu em Rosário havia sofrido pane em 2011

 

 

O helicóptero modelo Robinson 44 que caiu na tarde deste domingo (1º) em Rosário, causando a morte de quatro pessoas, já passou por uma pane em outubro de 2011. Na ocasião, o helicóptero saiu de São Luís com destino a Camocim (CE), com quatro pessoas, e teve que fazer um pouso de emergência em Luís Correia (PI).

Na pane registrada em 2011, o piloto Alfredo Oliveira Barbosa Neto, que morreu no acidente deste domingo, entrou em contato com o operador do aeroporto de Parnaíba (PI), solicitando permissão para aterrissar. Sem a autorização, Alfredo fez o pouso de emergência na Praia de Atalaia. Meia hora depois da pane, o problema foi solucionado, e o piloto seguiu viagem para Camocim.

O acidente

Quatro pessoas morreram na queda de um helicóptero Robinson R44 em uma área de matagal no povoado Nambuaçu de Cima, zona rural de Rosário, a 100km de São Luís.

De acordo com a polícia, o helicóptero saiu de Lima Campos, a 258km de São Luís, e pousaria em Paço do Lumiar. Por causa do mau tempo, a aeronave voava baixo e bateu em uma árvore. As quatro vítimas do acidente foram identificadas como Alfredo Oliveira Barbosa Neto, Rodrigo Capobiango Braga, Jonas Elói da Luz e José Kléber Luz Araújo.

Imirante.com

Mais um jovem morre vítima de meningite em São Luís

O jovem Moisés Oliveira Lima, de 24 anos, morreu vítima de meningite pelo que consta no relatório do último plantão, desse sábado (31), do Instituto Médico Legal (IML) de São Luís.

Este é o quarto caso confirmado de morte provocada pela doença. No início do mês de março, por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) descartou surto de Meningite no estado.

Como sei que é meningite?

No entanto, o diagnóstico é facilmente confundido com outras viroses. No caso de crianças menores de dois anos, a orientação de especialistas é levá-la ao pronto socorro se ela não voltar a ficar animada.

Em crianças maiores de cinco anos, os pais devem ficar alertas à rigidez do pescoço. O conhecido teste de pedir para a criança encostar o queixo no peito é válido. Se ela tiver dificuldades ou demonstrar dor, busque um médico. Pontos vermelhos espalhados pelo corpo também são sinais da doença.

Previna-se cuidando da higiene

A higiene é muito importante para a prevenção da doença, visto que pode ser contraída por meio de um contato salivar. Lavar as mãos, não compartilhar talheres ou comidas e deixar os ambientes sempre abertos para ventilar – mesmo em dias mais frios – são medidas fáceis e efetivas de prevenir a doença, assim como a vacinação. Leia mais sobre as vacinas disponíveis contra meningite.

Como é o tratamento?

Antitérmicos, analgésicos e remédios de suporte, assim como medicamentos para reduzir náusea e vômito são usados no tratamento viral.

No caso da doença bacteriana o antibiótico é aplicado em regime de internamento hospitalar e o tratamento pode variar de acordo com a situação do paciente.

Risco

A doença mais preocupante é a bacteriana, com maior recorrência no inverno. Se não tratada rapidamente pode deixar sequelas ou levar o paciente à óbito.

Crianças com menos de dois anos ainda não têm o sistema imunológico totalmente desenvolvido e estão sendo vacinadas neste período, os idosos também são mais fragilizados.

Feliz Páscoa!!!

A testemunha que pode ligar Temer às irregularidades em Santos

A Polícia Federal e o Ministério Público tentam juntar as peças do quebra-cabeça que envolve uma grave suspeita contra o presidente Michel Temer: ele seria mentor e beneficiário do esquema de corrupção instalado há mais de duas décadas no Porto de Santos. A Lava-Jato já colheu depoimentos e indícios que convergem para um mesmo ponto: empresas pagaram milhões de reais em propina a políticos para garantir privilégios na operação de terminais portuários. Agora, as autoridades estão atrás de uma testemunha que pode mudar o curso da investigação — uma mulher que viu de perto a gênese do esquema, colheu documentos que provam sua existência desde a década de 90, sabe o nome dos personagens envolvidos e chegou até a ameaçar denunciá-los — mas, depois, fez um acordo, desistiu das acusações e desapareceu. VEJA a localizou.

Pela primeira vez em quase duas décadas, a blogueira de moda Érika Santos falou do esquema de pagamentos de suborno que ela mesma denunciou vinte anos atrás. “Todo mundo já sabe a verdade há muito tempo”, disse. Que verdade? Ela se mostra incomodada com a pergunta: “Por que vocês não pegam a planilha e vão atrás? Não tenho o que falar mais sobre essa história”. Em 2001, Érika apresentou à Justiça uma planilha que, segundo ela, revelava a existência de um esquema de “caixinha e propina” no Porto de Santos. O documento mostrava supostos pagamentos de suborno de empresas a personagens identificados como “MT”, “MA” e “Lima”. Os investigadores suspeitam que MT seja Michel Temer, MA se refira ao economista Marcelo de Azeredo e Lima corresponda ao hoje famoso coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente e um dos presos na operação da quinta-feira 29.

 

Veja

 

Chega ao Brasil app que ajuda pais a controlar uso de celular dos filhos

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Aplicativo de mensagens? Proibido. Navegar no celular depois das 22h? Não pode também. Se depender do Google, os pais brasileiros conseguirão mais do que apenas tentar impor essas restrições a seus filhos.

A empresa lançou nesta quarta-feira (28) um aplicativo para os responsáveis por crianças controlarem o que podem ou não fazer em um smartphone que rode Android e em qual horário.

Chamado de Family Link, o aplicativo foi criado em uma parceria entre as equipes de engenheiros do Google no Brasil, que ficam em Belo Horizonte, e dos Estados Unidos, sediados na Califórnia.

Em teste desde setembro de 2017 nos EUA, o app só agora começa a ser liberado para outros mercados. E a primeira parada é a América Latina.

O aplicativo, na verdade, é voltado aos pais. São eles que devem instalá-lo em seu aparelho, seja Android ou iPhone.

Com ele, podem criar uma conta Google familiar, a ser configurada no celular dos filhos – por ser uma conta Google, só aparelhos do sistema Android estão dentro do raio de ação do serviço. Os pais podem por exemplo:

  • Aprovar ou proibir apps instalados da Google Play Store;

 

 

  • – Limitar o horário de uso do celular e para cada aplicativo;

 

 

  • – Monitorar o tempo gasto por aplicativo em períodos semanais e mensais.

 

 

  • – Bloquear remotamente o dispositivo em determinada hora do dia, como a hora de dormir ou do almoço.

 

Na prática, o aplicativo é uma forma do Google de levar crianças e adolescentes para o universo de seus serviços.

No Brasil, é preciso ter 13 anos para criar uma conta pessoal para navegar nas ferramentas da empresa. Mas essa idade muda para 18 se o intuito for ver determinados vídeos no YouTube ou usar serviços como AdSense, AdWords e Google Wallet.

“O Family Link dá à criança a liberdade para acessar um dispositivo Android, mas ao mesmo tempo obviamente seguir as regras que o pai ou a mãe estabelecerem”, diz Marcel Leonardi, conselheiro sênior de políticas públicas do Google.

“O Google não acredita que está no papel de pai. A gente só fornece uma ferramenta para o pai ou mãe gerenciar aquilo que ache mais adequado para o filho.”

Fonte: G1