Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Mensagem do prefeito Clodomir de Oliveira aos professores pelo seu dia

Publicado em: 15 de outubro de 2014 | por: ellen nascimento

Esta quarta-feira é uma data muito especial: 15 de outubro, Dia do Professor.

“É com muita alegria que me manifesto neste dia e deixo uma singela homenagem aos professores raposenses, que com empenho e dedicação, têm contribuído para a formação de gerações de cidadãos e para a educação no nosso município”.

“Obrigado por compartilhar seus conhecimentos, vivências, experiências e nos fazer acreditar que somos capazes de transformar sonhos em realidade.” Que o Senhor, nosso Deus, continue iluminando e abençoando cada um de vocês”.

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno se sentir feliz
pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou…

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original…

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender…

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de “sair de cena,
sem sair do espetáculo”.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés…

Parabéns professores, pelo seu dia!

Um forte abraço.

Clodomir de Oliveira dos Santos

Prefeito Municipal de Raposa.

Tensão e acusações marcam 1º debate entre Dilma e Aécio

Publicado em: 15 de outubro de 2014 | por: ellen nascimento

Dilma Rousseff e Aécio Neves durante o debate da Band.

O primeiro debate entre a presidenta Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), foi marcado por tensões e troca de acusações.

O confronto entre os candidatos foi promovido pela Rede Bandeirantes. Este foi o primeiro debate após as pesquisas divulgadas depois do primeiro turno, que apontam empate técnico entre os concorrentes.

No primeiro bloco, Aécio Neves tentou distanciar Dilma de Lula. Em duas oportunidades, o tucano elogiou o governo do petista e afirmou que, com Dilma, o Brasil “parou de melhorar”. Para completar a crítica, Aécio disse ter a impressão de que ele e a petista eram “dois candidatos de oposição”, pois Dilma, afirmou o tucano, não defendia seu próprio governo. Dilma, por sua vez, centrou as críticas na gestão de Aécio Neves como governador de Minas Gerais, uma tentativa de ampliar a vantagem de 415 mil votos obtida no estado, segundo maior colégio eleitoral do país, no primeiro turno. A petista acusou o governo Aécio de desviar para outros fins mais de 7 bilhões de reais da saúde, o que ele negou repetida e veementemente, e afirmou que o estado tem o terceiro pior serviço do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Brasil.

No segundo bloco, Aécio focou suas críticas no que enxerga como descontrole da inflação e lembrou a frase de Márcio Holland, secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, que recomendou à população trocar o consumo de carne por frango e ovo para evitar a inflação. Dilma, que na segunda-feira 13 classificou a frase de Holland como “extremamente infeliz”, afirmou que seu governo “manteve emprego, salário” e “continuou investindo”, ao contrário do que ocorreu no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), segundo ela. Aécio defendeu o legado do governo FHC e rechaçou a crítica de Dilma, segundo quem a inflação esteve fora de controle durante o mandato tucano. “A senhora quer enganar quem?”, questionou Aécio, ao lembrar que FHC assumiu o poder com uma inflação a 900% e entregou o índice em 12%. Aécio afirmou ainda que a inflação sob FHC chegou a 7%, mas voltou a subir após a eleição de Lula, em outubro de 2002. Para o tucano, o governo Dilma fez o Brasil regredir e está terminando “de forma melancólica”.

O debate mais tenso entre Dilma e Aécio se deu por conta de casos de corrupção. No segundo bloco, o tucano trouxe à tona o escândalo da Petrobras, que ressurgiu na semana passada com as informações dos depoimentos do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O tucano confrontou Dilma, que diz ter demitido Costa, com uma ata da Petrobras no qual consta a renúncia do ex-diretor.

Dilma rebateu as críticas com sua defesa já tradicional sobre o tema. Ela afirmou que o PSDB, no governo, “finge investigar e não investiga” e afirmou que sob os governos petistas as instituições responsáveis pelo combate à corrupção foram fortalecidas e ganharam independência. Na sequência, Dilma citou diversos escândalos da era FHC, como os do Sivam, da compra de votos para reeleição, da “pasta rosa”, do “mensalão” do PSDB em Minas e do cartel de trens no metrô em São Paulo e afirmou que todos os envolvidos “estavam soltos”.

Aécio, em seguida, rebateu questionando Dilma sobre quais eram os “bons serviços” prestados por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, termo que consta na ata de sua saída da Petrobras. Dilma, então, partiu para o ataque. Ela lembrou a construção, pelo governo de Minas, de um aeroporto em Claudio (MG), na propriedade de um parente de Aécio, e acusou o senador de nepotismo, ao empregar familiares em cargos públicos. “Essa obra de Claudio, que a senhora insiste em citar de forma leviana, foi feita em área desapropriada em desfavor de um tio-avô meu, numa região próspera. Esse senhor de mais de 90 anos de idade reivindica mais de 9 milhões de reais por esse terreno. Se a senhora tivesse mais intimidade com Minas Gerais saberia que todas essas obras, inclusive asfálticas, foram consideradas corretas pelo Ministério Público”, afirmou Aécio. Dilma rebateu: “O senhor está enganado. O MP não aceitou a denúncia criminal, mas recomendou a investigação por improbidade administrativa. Aécio rebateu acusando Dilma de fazer campanha com mentira atrás de mentira, e afirmou que o mandato da petista fez do governo “um mar de lama”.

No terceiro bloco, em que o debate foi centrado em questões de educação e segurança pública, Dilma voltou à carga sobre a gestão de Aécio em Minas Gerais. Ela lembrou que, segundo a Constituição, a segurança é tarefa dos estados, e afirmou que os números da violência aumentaram no estado. Ele rebateu. “Os crimes de homicídio no estado diminuíram 48%. Minas foi o estado que proporcionalmente mais investiu em segurança pública de toda a nação. O governo federal o que diz? Terceiriza responsabilidades”, afirmou. No embate sobre educação, Aécio acusou Dilma de não cumprir a promessa de construir seis mil creches, e ela rebateu afirmando que seu governo “faz esforço enorme para colocar crianças de 0 a 3 na escola”.

No quarto bloco, Aécio questionou Dilma sobre a “baixíssima qualidade dos serviços públicos” e disse ter introduzido a “meritocracia” em sua gestão. Ele ainda tentou rebater a estratégia petista de focar em Minas Gerais e lembrou que Dilma não fez sua carreira política no estado. Dilma rebateu, afirmando que Aécio teve uma condenação no STF por ter contratado funcionários públicos sem concurso, e fez questão de centrar o debate no eleitorado mineiro. “Nós temos de deixar claro para o eleitor que estamos falando de Minas Gerais por conta da sua gestão. E também que eu saí de Minas, mas não saí a passeio. Saí porque fui perseguida pela ditadura, que posteriormente me deteve por três anos”.

No último bloco, Aécio agradece os apoios de Beto Albuquerque do PSB e Walter Feldman, da Rede. O tucano enviou uma mensagem de agradecimento a Renata campos, viúva de Eduardo Campos, pela singeleza, pela maneira leve e corajosa que declarou seu apoio. E a você, Marina, “Tenha certeza de que eu saberei a cada dia dos próximos quatro anos honrar cada compromisso que juntos assumimos”, afirmou Aécio à ex-senadora, que no domingo 12 anunciou seu apoio a ele.

Dilma, por sua vez, disse ter “um compromisso verdadeiro com os trabalhadores, para garantir suas conquistas e seus ganhos”  e prometeu dar início ” um novo ciclo de crescimento para um País mais moderno, mais competitivo”.

 

 

Prefeitura de São Luís realizará cirurgias de prevenção ao câncer de mama a partir desta quarta-feira (15)

Publicado em: 14 de outubro de 2014 | por: ellen nascimento

A Prefeitura de São Luís, através da Secretaria de Saúde (Semus), passa a oferecer a partir desta quarta-feira (15) cirurgias para a retirada de tumores benignos em mulheres diagnosticadas com câncer de mama. O procedimento será realizado no Hospital da Mulher, na região Itaqui-Bacanga, como parte da programação do Município pelo Outubro Rosa.

“Este é um serviço importante e que atende não somente a comunidade feminina da área Itaqui-Bacanga, como também de outras localidades da cidade. É uma prova da mudança na saúde da capital, instituída pelo prefeito Edivaldo”, comentou a diretora-geral do Hospital da Mulher, Natália Ribeiro Mandarino. Ela explicou que as pacientes que serão atendidas nesta quarta foram submetidas a consultas pré-cirúrgicas semanais na unidade de saúde.

Segundo a diretora-geral, mesmo após o encerramento das atividades do Outubro Rosa, o procedimento cirúrgico continuará a ser oferecido pelo Município para os casos de tumores benignos em mulheres diagnosticadas com câncer de mama. Para realizar a cirurgia, a paciente deve procurar o setor de atendimento do Hospital da Mulher e marcar consulta com a mastologista, que atende às quartas-feiras, para fazer uma avaliação.

“Caso seja diagnosticado um tumor maligno, a paciente será encaminhada para outras instituições parceiras, como o Hospital Aldenora Belo, por exemplo, onde poderá ser operada”, destacou Natália Ribeiro Mandarino.

 

OUTRAS AÇÕES

Como parte da programação do Outubro Rosa, nesta terça-feira (14) foi realizada uma ação educativa no Hospital da Mulher sobre os cuidados para prevenção do câncer de mama. Com o uso de fantoches foi encenada uma apresentação com várias dicas sobre o tema. “Foi interessante vir aqui, já que marquei uma consulta com ginecologista e aprendi algumas dicas importantes sobre como cuidar das mamas”, comentou a dona de casa Maria Aparecida Costa, 54 anos.

 

Márcio Jerry: “foi uma vitória histórica do povo ”

Publicado em: 14 de outubro de 2014 | por: ellen nascimento

Jornal Pequeno

O jornalista Márcio Jerry, 47, é militante de esquerda desde a adolescência, período em que conheceu Flávio Dino nas lutas estudantis em defesa da democracia. Os dois militaram juntos no movimento estudantil, no PT e PCdoB.

Como presidente estadual do PCdoB Maranhão, Jerry integrou a coordenação da campanha vitoriosa de Flávio Dino. Tinha desempenhado o mesmo papel nas disputas de 2008 e 2010, processos eleitorais que pavimentaram o caminho para a vitória no último domingo.

Ele falou ao JP na quinta-feira, 9, antes de ter o nome anunciado por Flávio Dino como próximo Secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos.

Como resumir essa jornada, essa grande vitória?

Márcio Jerry – De fato uma grande vitória, de dimensão histórica. Foi uma vitória sobretudo construída pelo povo maranhense, que ano a ano vem demonstrando sua insatisfação com esse sistema oligárquico que empobreceu o Maranhão, estado com grande potencial de desenvolvimento com justiça social. E uma vitória também da grande capacidade de liderança do Flávio Dino, que teve individualmente um papel muito grande, decisivo.

E qual o balanço da campanha, de todo esse percurso até a eleição no último domingo?

Márcio Jerry – Foi um processo bem planejado, bem costurado para que tivéssemos uma aliança ampla. Conseguimos o feito inédito de unir a oposição, de ter no mesmo palanque as principais lideranças estaduais desse campo. E fizemos da rua, do contato direto com a população, do diálogo permanente, o principal instrumento para conquistar o apoio da imensa maioria do nosso povo.

Mas na campanha em si, nesse período de julho até domingo ?

Márcio Jerry – Mantivemos nosso propósito, fazendo campanha mobilizadora e propositiva. E resistimos a uma campanha de baixíssimo nível, estruturada num discurso anticomunista insano, em golpes baixos, em baixaria como nunca se viu. Mas o povo mostrou que não dá ouvidos às baixarias e fez do Flávio Dino um governador eleito em primeiro turno com esmagadora maioria.

O senhor e o Flávio Dino são de uma geração forjada no movimento estudantil dos anos 80. Podemos simbolicamente dizer que “o movimento estudantil venceu”?

Márcio Jerry – Sim, é uma lembrança muito importante essa. De fato há um percurso histórico de uma geração, de militantes de esquerda, de militantes dos movimentos sociais, enfim, de pessoas que, como gosta de frisar o Flávio, caminharam sempre pela margem esquerda da vida, com coerência política e ideológica. E que se somaram a outras lideranças importantes do estado, como o ex-governador Zé Reinaldo, o Humberto Coutinho, enfim, a muitos que se irmanaram no propósito de mudar o comando político do Maranhão. Muitos venceram simbolicamente: seu Sálvio(pai de Flávio Dino), Manoel da Conceição, nossos líderes políticos de outros momentos, Jackson Lago, enfim, é a vitória do campo democrático e popular do Maranhão.

E agora, como encarar o desafio de governar um estado cheio de tantos problemas?

Márcio Jerry – Com muito entusiasmo, com vigor e energia. Temos um líder muito preparado, que é o Flávio Dino. Não tenho dúvida de que ele marcará muito fortemente a presença dele no comando do estado. Flávio tem uma responsabilidade imensa, está preparadíssimo para a missão. Estamos felizes com a conquista, mas sobretudo entusiasmados com as possibilidades que se abrem para mudar radicalmente o Maranhão, assegurando oportunidades para todos e melhores condições de vida para nosso povo.

Dilma e Aécio fazem hoje o primeiro debate do segundo turno

Publicado em: 14 de outubro de 2014 | por: ellen nascimento

Aécio e Dilma se enfrentam hoje (14/10) na Band.

A Presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) encontram-se nesta terça-feira (14) para o primeiro debate do segundo turno da eleição presidencial.

Marcado para começar às 22h, o evento será transmitido ao vivo pela Rede Bandeirantes.

O debate será dividido em cinco blocos. Os quatro primeiros serão de confronto direto entre os participantes. No último bloco, cada um terá dois minutos para suas considerações finais.

A mediação será feita pelo jornalista Ricardo Boechat. Não haverá espaços para perguntas de jornalistas.

Além deste, estão programados outros três debates entre Dilma Rousseff  e Aécio Neves até o dia da votação.