Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Viverei ainda por muito tempo, diz Bolsonaro ao defender uso de hidroxicloroquina

Diagnosticado com Covid-19 Jair Bolsonaro, atual presidente do Brasil, causou polêmica nas redes sociais ontem, 7, ao afirmar que está usando hidroxicloroquina para o tratamento do coronavírus.

O presidente voltou a defender o uso do medicamento nas redes sociais hoje, 8, através de sua conta conta oficial no Twitter: “Aos que torcem contra a Hidroxicloroquina, mas não apresentam alternativas, lamento informar que estou muito bem com seu uso e, com a graça de Deus, viverei ainda por muito tempo”.

“Todas as medidas de isolamento adotadas por governadores e prefeitos sempre visaram retardar o contágio enquanto os hospitais se preparavam para receber respiradores e leitos UTIs”, escreveu o presidente.

Bolsonaro sanciona com vetos lei de prevenção da Covid-19 para indígenas

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos, nesta quarta-feira, a lei que trata de medidas de proteção a povos indígenas.

Entre os itens vetados pelo presidente está a obrigatoriedade do governo de fornecer acesso a água potável, materiais de higiene e limpeza, instalação de internet e cestas básicas para as aldeias. O texto publicado no Diário Oficial da União cria o Plano Emergencial para Enfrentamento à Covid-19.

O projeto aprovado em 16 de junho pelo Senado listou uma série de medidas para proteger comunidades quilombolas, povos tradicionais e indígenas que vivem em áreas urbanas ou rurais. A lei sancionada hoje determina, entre outros: que os governos Federais, Estaduais e Municipais devem garantir a participação de Equipes Multiprofissionais de Saúde Indígena (EMSIs) qualificadas e treinadas, bem como de equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados e suficientes, para atendimentos nas comunidades; o acesso a testes rápidos e RT-PCRs, a medicamentos e a equipamentos médicos adequados para identificar e combater a Covid-19 nos territórios indígenas; instalação de internet nas aldeias e distribuição de cestas básicas; que o governo seja obrigado a facilitar aos indígenas e quilombolas o acesso ao auxílio emergencial.

A lei passa a valer imediatamente após a publicação.

Nota de pesar pelo falecimento do médico José Costa Almeida

O Blog da Ellen Nascimento manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento do médico José da Costa Almeida, ocorrido ontem (4), em São Luís. José Almeida deixa um legado na área da medicina e da política.

Neste momento de pesar, solidarizo-me com os familiares e amigos de José Almeida, rogando a Deus o conforto necessário para suportar a profunda dor da perda de uma pessoa tão querida.

Maranhão sem Obras Federais de Infraestrutura

Enquanto nossos Deputados e Senadores participam de ensaios fotográficos com autoridades do Ministério da Infraestrutura para postagem em redes sociais com promessas de melhoria da infraestrutura rodoviária precária do Estado, eis que o balanço das atividades neste semestre do Ministério registrou apenas uma conclusão do simplório porto IP4 na cidade de Turiaçu.

 

Para o segundo semestre uma obra sequer foi apontada com previsão para conclusão, conforme folder divulgado pelo Ministro Tarcísio de Freitas.

 

Das obras de duplicação em andamento no Estado do Maranhão destacamos a BR-010, iniciada em 2014 (trecho de apenas 14km) que até hoje vem se arrastando, inclusive com paralisação em 2019, sem falar na segunda fase da duplicação da BR-135, cujo batalhão do Exército Brasileiro foi convocado para concluir apenas parte da obra abandonada pela empreiteira contratada. Das 4 (quatro) frentes de trabalho (duplicação e implantação) do DNIT existentes no Estado, 100% das obras estão atrasadas e sem previsão concreta de finalização, sem falar nos serviços de manutenção realizados de maneira precária e sem a durabilidade esperada. Enquanto isso a bancada de deputados federais do Maranhão silencia em favor do governo, incluindo os de oposição.

 

Polícia anuncia reconstituição do assassinato do publicitário Diogo Costa

A Polícia Civil anunciou que fará na próxima segunda-feira (29) uma reconstituição do assassinato do publicitário Diogo Costa, ocorrido no último dia 16 de junho na Lagoa da Jansen, em São Luís.

O objetivo é entender melhor a dinâmica do crime com base nas imagens de videomonitoramento, depoimento de testemunhas e também a confissão de Raimundo Cláudio Diniz, de 43 anos, que foi preso nesta sexta (26) após se entregar na delegacia.

O delegado George Marques, da Superintendência de Homicídios, deu mais detalhes sobre as investigações que levaram até Raimundo e o carro usado no crime.

“No dia 13 de junho, por volta das 15h40, um motorista de aplicativo teve seu veículo roubado. Tivemos informações de que o carro estava em Santa Helena e recuperamos o veículo. A pessoa que estava com o veículo disse que teria recebido o carro como garantia para a compra de outro veículo e disse quem tinha levado para ele”, disse o delegado.

Após saber quem tinha levado o veículo para Santa Helena, a polícia descobriu Raimundo Cláudio no bairro São Raimundo, em São Luís. Foi então que ele entendeu que acabaria preso e preferiu se entregar com um advogado. Raimundo confessou o roubo do veículo e disse que foi ele quem efetuou o disparo contra Diogo.

“Ele [Raimundo] alega que estava passando com o carro, quando a vítima [Diogo] estava saindo de uma garagem de forma brusca, segundo Raimundo. Ele teria feito um desvio para não colidir com o veículo. Depois, ele alega que continuou seguindo para onde ele ia, junto com dois comparsas no veículo. No momento em que ele parou para dobrar na avenida da Lagoa da Jansen, a vítima teria emparelhado o veículo e trancado. Nesse momento, o Raimundo diz que o Diogo teria descido, gesticulado e falado palavras de baixo calão. Depois, o Raimundo diz que baixou o vidro do veículo, recebeu um tapa no peito, e aí pegou a arma de fogo de um comparsa e disparou contra Diogo”, declarou o delegado George Marques.

Em depoimento, Raimundo Cláudio também confessou que a arma usada no crime e o veículo haviam sido roubados três dias antes do crime em uma área nobre da capital maranhense. Após o roubo, a placa do crime foi adulterada, como foi indicado pela perícia realizada pelo Instituto de Criminalística (ICRIM).

Com informações do G1 MA