Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Maranhense é assassinada pelo marido em Brasília

 

A maranhense Romilda Torres,  40 anos, foi assassinada pelo marido, Elson Martins da Silva, 39, dentro de casa, na noite desta quarta-feira, 7, em Brasília. Ele se matou em seguida.

Elson usou uma arma de fogo para cometer o crime e chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, mas morreu no local.  Os dois corpos foram encontrados no quarto das vítimas, ambos estavam vestindo pijamas. O casal tinha dois filhos, de 3 e 4 anos. As crianças estavam em casa, mas, segundo a PM, não presenciaram o momento.

A polícia diz que o casal estava em processo de separação, mas, até o momento, não foram encontrados registros de violência doméstica envolvendo a família e nem histórico de agressão. O feminicídio é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

Ex-prefeita de Bom Jardim é denunciada por fraudar licitações

A fraude na contratação de uma empresa para execução de serviços de limpeza pública em Bom Jardim, sem licitação, em 2016, motivou o Ministério Público do Maranhão a oferecer Denúncia contra a ex-prefeita Malrinete dos Santos Matos, mais conhecida como Malrinete Gralhada; Marlon Mendes Sousa e os representantes legais da empresa Construtora Itamaraty, Francinete Marques de Sousa, Mariana Bezerra Quixaba.

Eles foram denunciados por associação criminosa, desrespeito à Lei 8.666/93 (dispensa ilegal de licitação, fraude, afastar licitante), falsidade ideológica, peculato, desrespeito à Lei 8.137/90 (crimes contra a ordem tributária) e à Lei 7.347/85 (omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura de ação civil pública, quando requisitados pelo Ministério Público).

Após o afastamento de Lidiane Leite da Prefeitura de Bom Jardim, Malrinete Gralhada foi empossada em 5 de setembro de 2015. No dia 15 do mesmo mês, a ex-gestora emitiu um decreto emergencial suspendendo os contratos celebrados pela prefeita anterior. O decreto concedia, de forma irregular, poderes para contratar diretamente, sem licitação, bens e serviços, pelo prazo de 110 dias, ou seja, até 31 de dezembro.

Em 3 de novembro, o Município de Bom Jardim celebrou contrato com a Construtora Itamaraty para execução de serviços de limpeza pública, pelo prazo de dois meses, no valor exorbitante de R$ 318.400,00.

O promotor de justiça Fábio Santos Oliveira, autor da Denúncia, destacou que, à época, a nova administração municipal já estava completando 60 dias, tempo suficiente para realizar qualquer modalidade de licitação. A empresa contratada era administrada por Marlon Mendes Sousa, irmão do vereador Markoni Mendes, aliado político de Malrinete.

Ao investigar nova contratação da Construtora Itamaraty, a Promotoria de Justiça detectou que a administração municipal precisou de apenas 12 dias corridos para realizar um pregão presencial fraudulento. O aviso de licitação foi publicado em 11 de dezembro, e a sessão presencial ocorreria no dia 23, antevéspera de Natal, período de recesso de todos os servidores municipais de Bom Jardim.

Mesmo assim, a empresa foi contratada para prestar serviços por 12 meses pelo valor de R$ 2.459.699,45, resultando no equivalente a R$ 204.975,00 mensais. “Dessa forma, os réus, além de contratar um serviço sem licitação por R$ 159.000,00 por mês, aumentar o desvio de recursos públicos, majorando em aproximadamente 29% o valor contratual, apenas dois meses após a celebração do primeiro contrato. Esta conduta é tão desonesta e imoral que só é possível acreditar porque está comprovada nos autos”, afirmou, na Denúncia, o titular da Promotoria de Justiça de Bom Jardim.

O MPMA descobriu que vários concorrentes tentaram obter, sem sucesso, os editais das licitações que ocorreram no período de recesso, mas o Município não disponibilizou o material.

Além disso, ao avaliar o cadastro da empresa, o Ministério Público observou que a principal atividade é construção de edifícios, com atividades secundárias de gestão de esgoto, locação de automóveis, atividade de limpeza (não especificada anteriormente) e treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial. “Pela descrição das atividades desta empresa já se constata que ela tenta abarcar o máximo de atividades profissionais apenas para poder vencer licitações, sem precisar prestar um serviço de qualidade”.

De acordo com o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira, a Construtora Itamaraty também descumpriu as obrigações trabalhistas e, consequentemente, a função social da empresa. Foi constatado que, além de atrasar os salários dos funcionários, não foi feito o registro deles perante os órgãos trabalhistas e não foram pagos INSS e FGTS.

ALTERAÇÃO CONTRATURAL

Segundo o MPMA, na tentativa de eximir-se da responsabilidade civil, fiscal e tributária, Marlon Mendes Sousa simulou, em maio de 2015, a transferência das cotas do capital social da Itamaraty para Mariana Bezerra Quixaba e Marco Antônio Mendes Sousa, por R$ 2 milhões, cada.

Na Denúncia, Fábio Oliveira esclarece que Mariana era funcionária de Marlon e foi colocada como sócia apenas para simular a transferência. Já Marco Antônio é irmão de Marlon. Um dos intuitos dessa transferência é fraudar o fisco, principalmente a Receita Federal e o INSS.

DEMAIS IRREGULARIDADES

Após a emissão do Decreto Legislativo nº 06/2015, a Promotoria de Justiça emitiu a Recomendação Ministerial nº 03/2015, em 19 de novembro de 2015, solicitando a revogação, no prazo de 98 horas, inclusive suspendendo o pagamento de qualquer despesa orçamentária com fundamento no estado de emergência no referido documento. “Uma vez mantido o decreto, mesmo após interpelação do Ministério Público, comprovada estão a ciência da ilegalidade e o dolo de perpetuar os crimes cometidos decorrentes da sua manutenção”.

Em março de 2016, a Promotoria de Justiça solicitou informações, por meio de ofício, se o decreto ainda estava em vigor. Mesmo assim, a Prefeitura de Bom Jardim jamais respondeu ao MPMA. “Demonstrou a nítida intenção de prejudicar a instrução da investigação que culminou na presente ação. Tudo no intuito de que as contratações realizadas sem licitação durante a sua vigência caíssem no esquecimento”.

Cabo Campos se pronuncia pela primeira vez e nega agressão à esposa

Em discurso na manhã desta quarta-feira, 7, na  Assembleia Legislativa, o deputado estadual Cabo Campos (DEM) se pronunciou pela primeira vez depois da exposição pública do caso de agressão envolvendo o parlamentar e sua esposa.  Campos negou que tenha agredido a esposa com socos e chutes.

O deputado disse que demorou a se pronunciar sobre o caso por ter tentado evitar tornar público o ambiente ruim que tinha dentro de casa, mas depois que a filha do casal se manifestou com declarações na imprensa sobre estas confusões na família, ele resolveu falar.

Emocionado, Cabo Campos afirmou que a situação da família não estava boa. “A situação da dentro do meu lar não estava boa. Mas irei reconstruir minha família, disse.” O parlamentar fez, ainda, um apelo aos colegas: “Eu já fui julgado pela mídia e vou ser julgado nos tribunais. Por favor, não me julguem.”

Após o discurso de Campos, a deputada e procuradora da Mulher na Assembleia Legislativa, Valéria Macedo (PDT), ressaltou a importância do discurso do deputado Campos, mas, deixou claro que nada vai interferir no andamento do processo de afastamento do parlamentar.

Pagamento da segunda parcela do IPVA inicia neste mês de março

 

Proprietários de veículos automotores devem ficar atentos para o pagamento da segunda parcela do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que começa neste mês de março, de acordo com o final da placa do veículo, conforme calendário de pagamento.

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) contabiliza, até o momento, 45.330 mil veículos que quitaram a primeira cota do IPVA e 11.255 mil que já quitaram a primeira e a segunda cota. Desde o dia 28 de fevereiro, encerrou o desconto de 10% para pagamento a vista em cota única do tributo, sendo aproveitado por 212.212 mil proprietários.

Nos casos em que o contribuinte optou pelo parcelamento do imposto e não conseguiu pagar a primeira parcela, ele poderá pagar, a qualquer momento, porém, com acréscimos de 2% de juros, em até 30 dias após o vencimento, e 2% mais 1% ao mês, ou fração de mês, após o prazo de 30 dias.

Até a data final da terceira parcela do IPVA, o Banco do Brasil aceitará, excepcionalmente, o pagamento do imposto por meio de pagamento no caixa. Além disso, o pagamento do IPVA pode ser pago, também, nos correspondentes bancários do Banco do Brasil e Bradesco, ou nos canais de autoatendimento e canais digitais, por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE) disponível nos sites da Secretaria da Fazenda ou Detran.

Para quem possui conta em outros bancos, o Banco do Brasil oferece o serviço de “TA Multicartão”, que permite ao cidadão inserir cartões de outros bancos nos caixas eletrônico do BB e efetuar o pagamento do boleto do IPVA de forma rápida e segura.

Pelo site do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran/MA) – www.detran.ma.gov.br – no ícone “Licenciamento 2018”, o contribuinte pode emitir o DARE) com o valor do IPVA e demais despesas do licenciamento, como taxa do Detran, seguro DPVAT e eventuais multas de trânsito, que podem ser pagas nos bancos credenciados.

O pagamento do IPVA nos Bancos do Itaú, Banco Santander e Bancoob, limita-se ao imposto devido pelos veículos novos que estão sendo licenciados pela primeira vez. O calendário de pagamento do IPVA está disponível na página do IPVA, no site da Sefaz. www.sefaz.ma.gov.br

Filha do deputado Cabo Campos registra B.O contra a mãe por agressão

A filha do deputado estadual Roberto Campos Filho, conhecido como Cabo Campos, registrou boletim de ocorrência contra a própria mãe, Maria José Marques Campos.

No Boletim de Ocorrência, Laila Campos relata que foi vítima de agressão física com empurrões, tapas, puxões de cabelo e xingamentos, pelo fato da sua mãe não aceitar sua orientação sexual.

Segundo a ocorrência, as agressões tiveram início no dia 6 do mês passado, pois a autora jamais aceitou a orientação sexual da filha.

A reportagem tentou falar com a assessoria do deputado, mas foi informada por telefone que ninguém estava autorizado a falar sobre o caso.

Cabo Campos deverá se posicionar nesta quarta-feira, 7, em sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão.

 

Veja abaixo a entrevista completa de Laila Campos.