Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Agente penitenciário é preso com cocaína no Complexo de Pedrinhas

Um agente penitenciário, identificado como Henry Anthonny Almeida, 36 anos, foi preso, na noite da última quarta-feira (02), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Segundo informações, ele foi flagrado tentando entrar com cocaína na unidade prisional.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que o homem desempenhava a função de agente penitenciário temporário. A droga foi encontrada com ele no momento da revista que é realizada antes de assumir o posto de trabalho.

Ainda conforme a Seap, o servidor já estava sendo investigado pela segurança interna, após ter sido alvo de denúncias, e todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas sobre o caso.

Henry Almeida foi encaminhado à delegacia, onde foram feitos os procedimentos legais.

Pré-candidato a vereador aliado de Kabão expulsa moradores de sua terra por questões eleitorais

O pré-candidato a prefeito de Cantanhede, Zé Martinho (PDT), popularmente conhecido como Kabão, é o maior parceiro do pré-candidato à vereador, Toinho (PDT). Eles estão juntos por mais de uma década e as práticas nunca mudaram.

KABÃO ainda é lembrado pela população de Cantanhede pela velha e cruel forma de fazer política. Circulam nas redes sociais a triste cena de moradores sendo expulsos de seus lares e tendo suas casas derrubadas, o ato é de responsabilidade do seu parceiro, ex-vereador Toinho.

O motivo da ação foi denunciada como eleitoral, os moradores que estavam vivendo nas terras de Toinho declararam apoio para atual Gestão de Cantanhede e por isso foram expulsos do local de forma BRUTAL.

O episódio aconteceu no povoado Vassoura de Botão. É ISSO QUE QUEREMOS PARA CANTANHEDE?

Mulher é presa suspeita de encomendar a morte do próprio marido

A Polícia Civil do Maranhão prendeu, na tarde desta quarta-feira (2), a mulher identificada como Celma Menezes Mendes Carvalho, viúva do professor e engenheiro agrônomo, Marcos Vinicius Santos de Carvalho. Ela é apontada como principal suspeita de mandar matar o marido, executado a tiros no dia 19 de junho deste ano, em Viana, cidade a 217 km da capital.

De acordo com outras informações, um possível cúmplice da viúva também está sendo investigado, e os executores do crime seguem sendo procurados.

O crime 

O engenheiro agrônomo e professor, Marcos Carvalho, conhecido como Marcos de Dulcídio, foi assassinado com três tiros, no início da noite do dia 19 de junho, em Viana.

O crime aconteceu na frente da casa do pai da vítima, que havia falecido dias atrás em decorrência de Covid-19.

Braide reage a Wellington após tucano falar em “traição”

O pré-candidato a prefeito na capital maranhense, Eduardo Braide (Podemos), reagiu às críticas recebidas pelo deputado estadual Wellington do Curso (PSDB). Em entrevista na manhã de ontem (02), ao Programa Ponto Final da Mirante AM, Braide disse que a traição adjetivada pelo tucano foi da parte de Wellington, reafirmando que o apoio do PSDB ao seu projeto político em 2020 estava alinhado dois anos antes e confirmou que Wellington recusou convite feito para ser vice na chapa encabeçada pelo Podemos.

Segundo Braide, nos últimos meses, após supostamente concordar em compor a base de apoio do pré-candidato na majoritária deste ano, Wellington desistiu da ideia. “Não sei o que aconteceu, fiz o convite inicialmente para ele [Wellington] ser o meu companheiro de chapa este ano. Ele [Welington] disse que recusaria, pois tentaria ser candidato a [deputado] federal em 2022. Depois disso, sua postura mudou”, afirmou Braide.

De acordo com o pré-candidato, Wellington deve explicações sobre o tema. “Quando, em 2016, o PSB abriu mão de candidatura própria, que seria encabeçada por Bira do Pindaré, para aceitar compor chapa com o PP, indicando Roberto Rocha Júnior para ser seu vice, não vi o deputado Wellington falar em traição. Ninguém pode dizer aqui que foi enganado por ninguém, pelo contrário. Quem deve explicações sobre o porquê de descumprir acordos pré-estabelecidos é o próprio deputado Wellington”, afirmou Braide.

Braide lembrou ainda que, em 2018, durante a sua pré-candidatura ao governo maranhense, abriu mão do projeto para apoiar Roberto Rocha (então candidato à época). Segundo o pré-candidato do Podemos, foi neste período que se consolidou a parceria tucana com sua participação na majoritária ludovicense este ano.

Portas abertas

Apesar da réplica em tom crítico, Braide não fechou as portas para o parlamentar tucano. Segundo ele, um futuro acordo não está descartado. “O deputado [Wellington] é uma pessoa que eu gosto, que eu respeito. Eu sempre estive aberto a conversas, tentei conversar com o parlamentar. As nossas portas estarão abertas para qualquer diálogo. Ninguém é dono de voto de ninguém”, afirmou Braide.

Relembre

O mal-estar entre Braide e Wellington foi escancarado na sexta-feira (28 de agosto) quando o presidente municipal do PSDB, Roberto Rocha Júnior, anunciou de forma oficial o apoio da sigla em âmbito local ao projeto Braide na capital. Na segundafeira (1º), ao usar a tribuna da Casa, Wellington do Curso disse que foi alvo de traição. Ele se referiu a Braide como covarde. “E olha que eu apoiei o Braide no segundo turno, em 2016, eu não acreditava que Braide fosse ser covarde, ao ponto de me atacar, ao ponto de retirar a minha pré-candidatura com um golpe baixo, um golpe rasteiro”, afirmou Wellington.

Do jornal O Estado

Devido a irregularidades concurso é suspenso em Presidente Vargas

Está suspenso, por determinação judicial, o concurso público para o ingresso de servidores na Prefeitura de Presidente Vargas, localizado a 166 km de São Luís.

A liminar foi concedida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Maranhão após constatação de várias irregularidades no certame. A decisão, em caráter liminar, foi assinada pelo juiz Paulo de Assis Ribeiro.

Com a suspensão, o Município de Presidente Vargas e o Instituto Somar Ltda estão proibidos de realizar qualquer ato administrativo com a finalidade de dar continuidade às etapas restantes do concurso. Em caso de descumprimento da determinação, foi estabelecido o pagamento de multa no valor de R$ 200 mil.

IRREGULARIDADES

Na ACP o Ministério Público apontou várias ilegalidades cometidas pelo Município e pelo Instituto Somar Ltda, responsável pela elaboração das provas do certame, durante etapas do concurso.

Entre as irregularidades, constam: utilização de provas e questões plagiadas da internet, bem como de questões idênticas em provas realizadas em horários diferentes; divulgação de gabaritos de forma equivocada, com retificação por duas vezes; publicação de resultados com nomes de candidatos incluídos em lista de cargos para os quais não concorreram; dificuldade ou impossibilidade de interposição de recursos contra o resultado preliminar; inobservância do calendário proposto pelo edital; divulgação de resultado com aprovação de parentes do gestor municipal e de pessoas ligadas à administração pública.

Também foram verificadas a divulgação de novo calendário e realização de etapas do concurso durante fase crítica da pandemia do Covid-19 no município, inviabilizando e prejudicando a participação de candidatos, e a ineficiência da comissão de concurso, dificultando a entrega de recursos e a entrega de títulos, muitos não computados no resultado, além de excesso de questões anuladas.

Em virtude de tantos problemas, vários candidatos compareceram ao plantão central de polícia para registrar ocorrência e provocar a apuração dos fatos. Depois de tomar conhecimento da questão, o MPMA encaminhou ofícios ao Instituto Somar para prestar esclarecimentos, sem, contudo, obter resposta satisfatória.

Na decisão, o juiz destacou que os vícios apontados atentam contra os princípios administrativos previstos na Constituição Federal na Lei 8.666/93 (Lei das Licitações e Contratos) e na Lei 9.784/99 (Lei de Procedimento Administrativo), entre os quais: supremacia do interesse público, legalidade, isonomia, eficiência, moralidade e impessoalidade.

“Diante do apontamento e demonstração de tantas irregularidades e da fase avançada em que se encontra o concurso público, permitir o prosseguimento do certame, com grande possibilidade de anulação diante dos vícios demonstrados, causará mais prejuízos e insegurança jurídica às partes e ao erário, do que o deferimento de sua suspensão na presente decisão”, ressaltou.