Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Em coletiva de imprensa, Flávio Dino anuncia novas medidas no combate à Covid-19

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PcdoB), anunciou nesta quarta-feira (03) novas medidas que o estado está tomando a fim de enfrentar a tendência de crescimento nos casos de internações hospitalares decorrentes da covid-19. As medidas valerão para o período entre 5 a 14 de março.

O governador anunciou que as novas doses de vacina não serão entregues para os municípios que não comprovarem a aplicação de pelo menos 60% das doses já recebidas.

Flávio Dino informou que as medidas podem ser alteradas, caso os índices de infectados e mortes melhorem nos próximos dias.

MEDIDAS:

Suspensão de festas, shows, eventos empresariais e profissionais em todo o estado do Maranhão para evitar aglomerações desnecessárias;

Estabelecimentos comerciais na Ilha de São Luís funcionarão em novo horário abrindo às 9h da manhã e fechando às 21h;

Estão suspensas as aulas presenciais nas escolas e faculdades da rede particular;

Suspensão dos serviços presenciais nos órgãos públicos, mantendo apenas os serviços essenciais em funcionamento, com afastamento dos profissionais do grupo de risco, inclusive a medida é válida para os serviços privados;

Criação de um Auxílio emergencial Cultural que poderá ser acessado no site: cultura.ma.gov.br a partir do dia 10 de março.

Secretários de Saúde pedem ao governo toque de recolher e fechamento de praias, bares e escolas

Nesta segunda-feira (01), o Presidente do Conselho Nacional de Secretários, Carlos Lula, divulgou carta aberta com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de coronavírus no Brasil.

O documento menciona que o país vive o pior momento da pandemia, com altos números de mortes e infecções em todas as regiões do país e que há a falta de uma condução nacional unificada e coerente de reação à pandemia.

Entre as medidas sugeridas, estão o toque de recolher noturno — das 20h às 6h — e aos finais de semana, além da “restrição em nível máximo” das atividades em regiões com ocupação de leitos acima de 85%. Eles também pedem pela proibição de eventos presenciais como shows, atividades religiosas e esportivas, e pelo fechamento de bares de praias.

Na carta, os secretários requerem a suspensão de aulas presenciais e a adoção do trabalho remoto nas esferas públicas e privadas.

Veja abaixo a íntegra da carta:

O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade.

A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial.

O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil. Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo.

O atual cenário da crise sanitária vivida pelo país agrava o estado de emergência nacional e exige medidas adequadas para sua superação. Assim, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) manifesta-se pela adoção imediata de medidas para evitar o iminente colapso nacional das redes pública e privada de saúde, a saber:

a) Maior rigor nas medidas de restrição das atividades não essenciais, de acordo com a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos, incluindo a restrição em nível máximo nas regiões com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação no número de casos e óbitos. Para tanto, são necessárias:

A proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional;

A suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país;

O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os finais de semana;

O fechamento das praias e bares;

A adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado;

A instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual;

A adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos urbanos;

A ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos casos suspeitos e monitoramento dos contatos;

b) O reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e a viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para garantir a adoção de todas as medidas assistenciais necessárias ao enfrentamento da crise;

c) A implementação imediata de um Plano Nacional de Comunicação, com o objetivo de reforçar a importância das medidas de prevenção e esclarecer a população;

d) A adequação legislativa das condições contratuais que permitam a compra de todas as vacinas eficazes e seguras disponíveis no mercado mundial;

e) A aprovação de um Plano Nacional de Recuperação Econômica, com retorno imediato do auxílio emergencial.

Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.

Carlos Lula
Presidente do Conass

Iterma entrega Títulos de Posse em Buriticupu e Santa Luzia

O Instituto de Colonização e Terras do Maranhão(Iterma), segue avançando no processo de regularização fundiária no Maranhão.

O diretor de Recursos Fundiários, Anderson Ferreira, acompanhado do coordenador, Paulo Sérgio, e servidores do Instituto, estiveram nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro, nos municípios de Buriticupu e Santa Luzia, onde realizaram a entrega de 170 Títulos de Domínio de Posse a produtores rurais. A partir da entrega do título, os moradores passam a ser legalmente proprietários de seus imóveis, antes irregulares.

No município de Buriticupu, as entregas aconteceram na comunidade Vila do Pindaré, e no STTR – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do município, onde contou com a presença da presidente Fábia Ferreira Sousa.

Em Santa Luzia, o diretor de Recursos Fundiários, Anderson Ferreira, realizou a entrega de dezenas de Títulos de Domínio no povoado Brejo dos Caboclos e na Comunidade Maguari.

Além do diretor do Iterma, e do coordenador Paulo Sérgio, estiveram presentes na cerimônia simbólica de entrega os servidores Pereira, Denise, Teresinha, o líder do município Clemente Bezerra, e o secretário de Agricultura da cidade de Tufilândia, Valdinar da Conceição.

A regularização, além de trazer segurança jurídica, permite o acesso a financiamentos bancários, entre outros benefícios, frisou o diretor de Recursos Fundiários, Anderson Ferreira.

 

TCE-MA suspende atividades presenciais por 15 dias

A partir desta segunda-feira(22), o Tribunal de Contas do Estado funcionará somente em regime de teletrabalho por um período de quinze dias. A decisão foi tomada no contexto das medidas de enfrentamento da pandemia do novo coronavirus (Covid-19), depois que dois servidores da casa testaram positivo. A medida não altera os prazos processuais nem o andamento das principais atividades do órgão.

A decisão está contida na portaria nº 188 assinada nesta sexta-feira (19) pelo presidente Nonato Lago, que ressaltou:  “O teletrabalho para todos já foi adotado em outros momentos ao longo do enfrentamento da pandemia, sempre no intuito de preservar a saúde e vida dos servidores e do público. “Enquanto não tivermos nossa população imunizada e a doença sob controle, medidas como essa estarão sempre no horizonte, podendo ser adotadas sempre que necessário”, observa.

Com a medida, fica também adiado o Encontro de Gestores, previsto para a próxima quinta-feira (25). O evento não será realizado enquanto vigorar a portaria 188. “Após esse prazo, o TCE vai avaliar tanto a retomada das atividades presenciais quanto a realização desse que é um dos nossos principais eventos de cunho pedagógico”, informa Nonato Lago.

Dessa forma, em nova data a ser marcada, a realização do evento preservará o mesmo formato, via teleconferência, reunindo prefeitos, presidentes de câmaras e secretários municipais de todo o Estado com tema “As capacidades municipais básicas para a boa governança pública”. Em debate, assuntos como Desenvolvimento Sustentável, Gestão Fiscal, Transparência como Instrumento de Governança, Prestação de Contas e Acountabillity, entre outros.

Governo do Estado distribui segunda dose da CoronaVac para os municípios maranhenses

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está realizando, nesta semana, a distribuição da segunda dose da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19. Mais de 46 mil doses devem chegar a 43 municípios, nesta segunda-feira (22), das regionais de saúde da Região Metropolitana de São Luís, Chapadinha, Rosário e Itapecuru, para o público-alvo já vacinado pelos municípios com a primeira dose: profissionais da saúde e idosos com 90 anos ou mais.

“Estão sendo distribuídos os imunizantes correspondentes à vacinação da segunda dose da CoronaVac para quatro regionais de saúde. No total, 43 municípios devem receber ainda no primeiro dia essa dosagem da vacinação e, até em 72 horas, todos os municípios maranhenses já terão recebido a vacina”, explicou a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Tayara Pereira.

A vacina é entregue pelo Ministério da Saúde para o Governo do Estado, que recebe a dosagem e encaminha para a Central Estadual de Frio, que faz a separação de doses para cada município. A distribuição dos imunizantes acontece na regional de saúde metropolitana e, para as mais próximas, o transporte é feito por meio de caminhão frigorífico, específico para o transporte dos imunobiológicos.

Já para as regionais de saúde mais distantes, esse transporte acontece com o apoio do Grupo Tático Aéreo, em caixas térmicas específicas para esse serviço. Ao chegar na regional de saúde, cada município recebe sua caixa com dosagens específicas para realizar a vacinação.

Atualmente, 108.938 pessoas foram vacinadas com a primeira dose da CoronaVac em todo estado. O percentual de cobertura da primeira dose é de 88,37% do público-alvo