Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Nota de pesar pelo falecimento do jovem Cadete Carlos Vinícius

Em nome da família Nascimento, venho por meio deste, manifestar os mais profundos sentimentos de pesar pelo falecimento precoce do Cadete Carlos Vinícius, ocorrido nesta quinta-feira (25), em São Luís.

Neste momento doloroso e de consternação, externamos nossa tristeza e nos solidarizamos com a sua mãe, Eliane Moraes, e com o seu pai, Carlos Caldas.

Rogamos a Deus para que no aconchego dos seus braços receba este ente querido, e que no calor do seu imenso coração conforte a todos por esta grande perda.

Dedicamos a vocês, familiares de Vinícius, este lindo poema de Santo Agostinho:

A morte não é nada.

Eu somente passei para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, eu continuarei sendo.

Me deem o nome que vocês sempre me deram,
falem comigo como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
eu estou vivendo no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas?

Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho…

Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi.”

Santo Agostinho

Flávio Dino anuncia novas medidas de contenção contra a COVID-19

Em coletiva virtual na manhã desta sexta-feira (19), o governador Flávio Dino, anunciou novas medidas contra o agravamento da pandemia no estado.

O fechamento de bares e restaurantes, redução do horário comercial e suspensão do serviço público estarão vigentes até o dia 28 de março.

O governador anunciou também lockdown para os dias 26, 27 e 28 de março.

Alguns serviços também vão sofrer alteração até o dia 28 na Grande São Luís

 Construção civil: funcionamento das 7h às 16h

 Academias: podem funcionar respeitando o limite de 50% da ocupação

Supermercados: podem funcionar respeitando o limite de 50% de ocupação (1 por família)

Novas medidas de restrição para conter o avanço da Covid começam a valer no Maranhão

Nesta sexta-feira (5), começam a valer as novas medidas restritivas para conter o avanço da Covid no Maranhão. As medidas foram anunciadas na última quarta-feira (3) pelo governador, Flávio Dino.

As atividades devem obedecer ao horário estabelecido e seguir as medidas sanitárias impostas pelo governo do Estado.

Veja, abaixo, os serviços e os horários de funcionamento definidos pela portaria:

Academias, Centro de Treinamento, Escola de Esporte e Estúdio de Pilates: funcionamento das 6h às 21h;
Panificadoras: funcionamento das 6h às 21h;
Supermercados: funcionamento das 6h às 21h;
Hortifrutigranjeiros (CEASA): funcionamento das 6h às 21h;
Revendedores de combustíveis: funcionamento 24h (tempo integral);
Atividades portuárias (Agenciamentos, manutenção e reparação de embarcações, estruturas flutuantes, comércio de mercadorias em geral para atendimento essencial da operação portuária): funcionamento 24h (tempo integral);
Farmácias e comércio varejista de produtos farmacêuticos: funcionamento 24h (tempo integral);
Avicultura: funcionamento 24h (tempo integral);
Salas de autoatendimento bancários: funcionamento das 6h às 22h;
Creches e berçários: funcionamento das 6h às 21h;
Delivery de alimentação: funcionamento 6h às 23h;
Serviços médicos, hospitalares e veterinários: funcionamento 24h (tempo integral).
Segundo a pasta, os demais serviços que não constam na lista acima, devem funcionar entre às 9h às 21h, segundo com o Decreto Estadual nº 36.531, publicado na quarta-feira (03).
As fiscalizações serão realizadas pela Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (PROCON).

Em coletiva de imprensa, Flávio Dino anuncia novas medidas no combate à Covid-19

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PcdoB), anunciou nesta quarta-feira (03) novas medidas que o estado está tomando a fim de enfrentar a tendência de crescimento nos casos de internações hospitalares decorrentes da covid-19. As medidas valerão para o período entre 5 a 14 de março.

O governador anunciou que as novas doses de vacina não serão entregues para os municípios que não comprovarem a aplicação de pelo menos 60% das doses já recebidas.

Flávio Dino informou que as medidas podem ser alteradas, caso os índices de infectados e mortes melhorem nos próximos dias.

MEDIDAS:

Suspensão de festas, shows, eventos empresariais e profissionais em todo o estado do Maranhão para evitar aglomerações desnecessárias;

Estabelecimentos comerciais na Ilha de São Luís funcionarão em novo horário abrindo às 9h da manhã e fechando às 21h;

Estão suspensas as aulas presenciais nas escolas e faculdades da rede particular;

Suspensão dos serviços presenciais nos órgãos públicos, mantendo apenas os serviços essenciais em funcionamento, com afastamento dos profissionais do grupo de risco, inclusive a medida é válida para os serviços privados;

Criação de um Auxílio emergencial Cultural que poderá ser acessado no site: cultura.ma.gov.br a partir do dia 10 de março.

Secretários de Saúde pedem ao governo toque de recolher e fechamento de praias, bares e escolas

Nesta segunda-feira (01), o Presidente do Conselho Nacional de Secretários, Carlos Lula, divulgou carta aberta com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de coronavírus no Brasil.

O documento menciona que o país vive o pior momento da pandemia, com altos números de mortes e infecções em todas as regiões do país e que há a falta de uma condução nacional unificada e coerente de reação à pandemia.

Entre as medidas sugeridas, estão o toque de recolher noturno — das 20h às 6h — e aos finais de semana, além da “restrição em nível máximo” das atividades em regiões com ocupação de leitos acima de 85%. Eles também pedem pela proibição de eventos presenciais como shows, atividades religiosas e esportivas, e pelo fechamento de bares de praias.

Na carta, os secretários requerem a suspensão de aulas presenciais e a adoção do trabalho remoto nas esferas públicas e privadas.

Veja abaixo a íntegra da carta:

O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade.

A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial.

O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil. Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo.

O atual cenário da crise sanitária vivida pelo país agrava o estado de emergência nacional e exige medidas adequadas para sua superação. Assim, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) manifesta-se pela adoção imediata de medidas para evitar o iminente colapso nacional das redes pública e privada de saúde, a saber:

a) Maior rigor nas medidas de restrição das atividades não essenciais, de acordo com a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos, incluindo a restrição em nível máximo nas regiões com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação no número de casos e óbitos. Para tanto, são necessárias:

A proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional;

A suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país;

O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os finais de semana;

O fechamento das praias e bares;

A adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado;

A instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual;

A adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos urbanos;

A ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos casos suspeitos e monitoramento dos contatos;

b) O reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e a viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para garantir a adoção de todas as medidas assistenciais necessárias ao enfrentamento da crise;

c) A implementação imediata de um Plano Nacional de Comunicação, com o objetivo de reforçar a importância das medidas de prevenção e esclarecer a população;

d) A adequação legislativa das condições contratuais que permitam a compra de todas as vacinas eficazes e seguras disponíveis no mercado mundial;

e) A aprovação de um Plano Nacional de Recuperação Econômica, com retorno imediato do auxílio emergencial.

Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.

Carlos Lula
Presidente do Conass