Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Menina de dez anos morre depois de contrair ameba que “come” o cérebro

A pequena Lily Mae Avant, que enfrentava um tratamento para meningoencefalite amebiana primária, morreu aos 10 anos de idade, no Texas, EUA. A doença é rara – uma ameba ataca o tecido do cérebro humano. O micro-organismo entrou no corpo de Lily quando ela mergulhou para nadar em um lago texano.

Depois de nadar no rio, a menina começou a sentir dores de cabeça e febre, até que os pais a levaram ao hospital, onde os médicos a diagnosticaram com meningoencefalite.

Segundo o Centro Para Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a ameba Naegleria fowleri é encontrada em águas aquecidas, como lagos e rios no verão e fontes de águas termais.

Esse organismo unicelular, quando entra no organismo pelo nariz viaja até o cérebro e causa uma infecção devastadora no cérebro chamada meningoencefalite amebiana primária, que destrói o tecido do cérebro e geralmente é fatal.

Em casos muito raros, a infecção pela ameba pode acontecer no contato com água contaminada de outras fontes, como piscinas mal higienizadas com cloro ou água de torneira aquecida e contaminada.

O CDC já registrou 145 casos de infecção por Naegleria fowleri entre 1962 e 2018, dos quais apenas quatro pacientes sobreviveram.

Loja Antonieta Store será inaugurada nesta quinta-feira (19)

Atenção, fashionistas da capital maranhense: É com muita alegria que a Antonieta Store convida você para o coquetel de inauguração, que será realizado nesta quinta-feira (19) a partir das 09:30. A loja estará localizada na Av. Principal, loja 05, Condomínio Flauden Park, no bairro Cohajap.

 

Torcedor do Athletico-PR perde parte da mão ao soltar rojão; veja vídeo

Um torcedor do Athletico Paranaense teve a mão decepada após tentar soltar um rojão de fumaça colorida no embarque da equipe que viaja até Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde enfrenta o Internacional na final da Copa do Brasil. A imagem do torcedor ferido no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, é chocante.

Outros torcedores filmaram (veja o vídeo – CENAS FORTES) o momento em que o artefato estoura na mão do rapaz. Primeiro, o objeto falha, na sequência o torcedor continua segurando o rojão, quando então ele explode.

No vídeo, é possível ver que policiais que estão no local prestam os primeiros socorros ao torcedor.

Segundo informações de torcedores que estiveram no local, o objeto seria um rojão de fumaça colorida que estaria vencido, por isso, explodiu.

Polícia cumpre mandados de prisão durante operação em São Luís

Foto: Reprodução / TV Mirante

A Polícia Civil deflagrou a Operação Demolição na manhã desta quarta-feira (18) para cumprir 16 mandados de prisão e também de busca e apreensão nos bairros São Raimundo e Vila Cutia, em São Luís, por conta dos crimes de organização criminosa, tráficos de drogas e homicídio.

Segundo o superintendente de Polícia Civil da Capital (SPCC), delegado Carlos Alessandro, a operação contou com 66 policiais civis de várias delegacias. A SPCC coordenou a operação e contou com o apoio do Centro Tático Aéreo (CTA) e a Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI).

“A investigação durou cerca de três meses. Levantamos informações inclusive de pessoas que estão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, mas envolvidos nesses crimes”, disse o superintendente Carlos Alessandro.

Os presos por força de mandado de prisão nos bairros foram João Vitor Araújo Barros, Pablo Felipe da Silva Ribeiro, Elizabeth Nogueira Soares, Dulcilene Rocha dos Santos, Núbia Cristiane Bezerra Lima, Wellington Sandro dos Santos Lima e Leone de Sousa Caxias. Outras cinco pessoas tiveram os mandados cumpridos dentro do presídio em São Luís e terão os nomes divulgados pela polícia ainda na manhã desta quarta-feira.

A operação ainda está em andamento e até o momento armas e drogas não foram apreendidas.

Justiça absolve detentos acusados de canibalismo em Pedrinhas

A Justiça absolveu na sexta-feira (13) os detentos Rones Lopes da Silva, Enilson Vando Matos Pereira e Geovane Sousa Palhano, acusados de participação na morte e canibalismo contra o detento Edson Carlos Mesquita da Silva. O caso aconteceu em dezembro de 2013, em uma das celas do Complexo Penitenciário de Pedrinhas no Maranhão.

Durante o julgamento, os três acusados negaram em depoimento a autoria e participação no crime, baseada na acusação feita pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA). Os jurados reconheceram a existência de elementos físicos que comprovavam o crime, mas decidiram absolver os detentos.

O julgamento foi realizado no 4° Tribunal do Júri de São Luis e foi presidido pelo juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior. A pedido de uma testemunha, que diz ter sido jurada de morte, os três réus ficaram longe da sala do júri e a imprensa não pôde fazer imagens dos acusados.

Todos foram denunciados pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe, tortura, esquartejamento, canibalismo e destruição de cadáver. Segundo consta na denúncia do Ministério Público, o crime teria sido motivado por rivalidade entre facções criminosas dentro do presídio. Rones Lopes da Silva, conhecido como ‘Rony Boy’, foi acusado de ser o mandante do crime.

O caso

De acordo com a denúncia do Ministério Público, no dia 23 de dezembro de 2013, por volta das 17h, na cela 01 do bloco “C” do presídio São Luís II, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, os denunciados e outro detento (já falecido) mataram Edson Carlos Mesquita da Silva.

Após o crime, eles esquartejaram, vilipendiaram seus restos mortais (canibalismo) e destruíram o cadáver, conforme apontado na certidão de óbito, laudos de exame cadavérico e exame no local. Os restos mortais foram encontrados dentro de sacos de lixo e só foram identificados devido a uma tatuagem que a vítima tinha nas costas.

Uma das testemunhas declarou em juízo que todos os acusados são integrantes de uma facção criminosa da qual a vítima não era membro. Edson Carlos Mesquita teria sido assassinado com uma faca artesanal e os denunciados teriam retalhado o corpo; assado e comido o fígado da vítima, oferecendo ainda aos demais detentos.

Do G1MA

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