Ellen Nascimento

Blog Jornalístico

Presa quadrilha especializada em assalto a bancos

Publicado em: 16 de janeiro de 2015 | por: ellen nascimento

Suspeitos foram apresentados durante coletiva

Em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (15), o delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros, e outros gestores da SSP destacaram o modelo de gestão pública voltado para a integração do sistema de segurança e apresentaram o balanço da operação que resultou na prisão de uma quadrilha especializada em assaltos a bancos.

A entrevista coletiva foi realizada na sede da SSP, em São Luís. O delegado-geral Augusto Barros detalhou a prisão de uma quadrilha especializada em assaltos a agências bancárias, no município de Maracaçumé. Foi apresentado Edson dos Santos Junior, 34 anos, integrante do grupo que agia principalmente na região de Zé Doca. Edson responde pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, no município de Bacabal, e por roubo e formação de quadrilha em Maracaçumé.

Outro suspeito de assaltos, Júnior Balseiro, foi apresentado durante a coletiva. Ele é acusado de participar das explosões da agência do Banco Bradesco, no dia 27 de julho de 2014, no município de Cândido Mendes; nos bancos do Brasil e Bradesco, no dia 11 de outubro de 2014, no município de Bequimão; e dos bancos do Brasil e Bradesco, do município de Carutapera, no dia 20 de novembro de 2014.

“A Polícia Civil está empenhada em coibir o crime organizado em todas as suas ramificações, para isso agiremos cada vez mais firme, ágil e eficiente. Estamos mobilizados para combater, de maneira firme e integrados, toda a ação de bandidos que assola o nosso estado e os cidadãos de bem”, afirmou o delegado-geral Augusto Barros.

O trabalho de investigação foi desenvolvido pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), por meio do Departamento de Combate a Roubos a Instituições Financeiras (DECRIF), com o apoio de policiais civis e militares dos municípios de Maracaçumé e Governador Nunes Freire, na prisão dos assaltantes.

Estado estende para 6 de fevereiro o prazo para pagamento do IPVA com desconto

Publicado em: 16 de janeiro de 2015 | por: ellen nascimento

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O Governo do Estado estendeu para 6 de fevereiro, o prazo para pagamento antecipado do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2015, com o desconto de 10%.  Com a nova Portaria da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), os proprietários de veículos ganharam mais alguns dias para pagamento do imposto com o desconto.

A ampliação do prazo de 31 de janeiro para 6 de fevereiro foi determinada pelo governador Flávio Dino em atendimento a uma solicitação da Secretaria de Gestão e Previdência (Segep), visto que a extensão do prazo permite o pagamento do imposto antecipado pelos servidores públicos do Estado que receberão os salários de janeiro no dia 3 de fevereiro, assim como, diversas outras categorias de trabalhadores da iniciativa privada que recebem os salários no dia 5.

A Sefaz lembra que o contribuinte que não optar pelo pagamento antecipado até 6 de fevereiro, poderá fazê-lo em cota única ou em parcela de até três vezes, de acordo com o calendário de pagamento do tributo e a placa do veículo, que se inicia no dia 2 de fevereiro.

Pagamento

Os valores para o licenciamento de veículos do ano de 2015 poderão ser pagos em qualquer agência do Banco do Brasil, apenas com a informação do número do Renavam para o caixa da agência do BB.
Se o contribuinte emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE) no portal da Sefaz, o IPVA e demais despesas do licenciamento podem ser pagas nos estabelecimentos correspondentes do Banco do Brasil. Para licenciar um veículo (moto, automóvel, caminhão, ônibus, van, etc), o contribuinte paga anualmente, além do IPVA, a taxa do Detran, o seguro DPVAT e eventuais multas de trânsito.

Para correntistas do Banco do Brasil, o pagamento poderá ser feito por meio de débito em conta corrente e por meio da utilização dos canais de autoatendimento.

Tabela de pagamento do IPVA

 

Procon notifica cinema por prática de venda casada

Publicado em: 14 de janeiro de 2015 | por: ellen nascimento

proconacao1A Gerência de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) notificou, nesta terça-feira (13), o Cinépolis de São Luís por causa de proibição de acesso nas salas de cinema a consumidores com alimentos que não são vendidos na lanchonete da empresa.  A prática, configurada como venda casada, desobedece ao Código de Defesa do Consumidor. A ação foi motivada por denúncias realizadas pelos consumidores.

“Ações como esta são importantes para que o consumidor possa, inclusive no seu momento de lazer, ter os seus direitos respeitados”, afirmou o diretor do Procon, Duarte Júnior.

Ficou determinada a retirada dos banners que informavam a proibição da entrada de consumidores com refrigerantes em recipientes de lata, garrafas plásticas, copos ou garrafas de vidro, sanduíches, pizzas, caldos, esfirra, hambúrguer ou qualquer tipo de alimento produzido em restaurantes.

A empresa terá de colocar, em local visível ao público, aviso sobre a permissão de entrada com produtos alimentícios e bebidas adquiridas em outros estabelecimentos e terá de responder, em até 10 dias, à notificação do Procon, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop).

O cinema alegou que os consumidores são orientados a não entrar com os alimentos proibidos por causa do descarte inadequado e do mau cheiro que podem provocar no local. A equipe do Procon orientou os representantes da empresa que, ao invés de proibir a entrada dos clientes com determinados alimentos, desenvolvam práticas que incentivem o descarte correto do lixo.

A subgerente operativa do Cinépolis de São Luís, Itamara Marques, afirmou que, assim como o Procon, a empresa está preocupada com o cliente. “Acho a fiscalização muito saudável e é bom saber que o órgão tem essa preocupação”, disse.

Governador Flávio Dino recebe ex-prefeito de São José de Ribamar

Publicado em: 14 de janeiro de 2015 | por: ellen nascimento
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O governador Flávio Dino recebeu na tarde desta terça-feira (13) a visita do ex-prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva. Ao lado do vice-governador Carlos Brandão e do secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos, Márcio Jerry, eles conversaram sobre a administração estadual e programas do novo projeto de desenvolvimento do Maranhão, que integra o crescimento econômico às políticas de promoção da igualdade social.
O governador apresentou a Luís Fernando os principais projetos em fase de implantação pelo Governo do Estado, entre eles os programas ‘Mais IDH’ e ‘Escola Digna’, que estão entre as principais metas da atual administração. “Fizemos questão de apresentar nossos programas e metas para melhorar a vida dos maranhenses”, ressaltou Flávio Dino, durante a reunião na sede do Governo do Estado, no Palácio dos Leões.
Os programas que começam a ser implantados pela nova administração do Estado visam erradicar desigualdades sociais que foram acentuadas pela falta de políticas públicas direcionadas à vida da população mais carente do estado. Após conhecer as ações, Luís Fernando Silva elogiou as iniciativas que foram instituídas já na primeira quinzena de governo.
“Conheci os projetos e discutimos sobre o presente e sobre o futuro do Maranhão. Depois de tudo o que vi, estou otimista sobre este novo momento e vejo que o governador Flávio Dino faz um esforço gigantesco para que as dificuldades sociais e econômicas de grande parte da população sejam superadas”, afirmou Luís Fernando.
O engajamento de lideranças políticas de todo o Estado em favor de programas sociais para melhorar a vida dos maranhenses foi um dos temas destacados pelo governador. “O governo tem feito grande esforço administrativo para superar as desigualdades sociais. Apresentamos ao Luís Fernando nossa gama de ações já no início da administração que tem como finalidade maior reverter os indicadores sociais do Estado”, informou Flávio Dino.

Saiba o que a escola pode e não pode pedir na lista de material escolar

Publicado em: 14 de janeiro de 2015 | por: ellen nascimento

Segundo especialista, escola pode indicar produtos, mas nunca determinar marcasSegundo especialista, alguns estabelecimentos chegam a pedir lápis de quadro branco e cobrar pelo uso do ar-condicionado: fique atento!

A escola de seu filho inclui na lista de materiais coisas como lápis pra quadro branco, tinta guache, algodão? Inclua-se fora dessa! Segundo o PROCON, esses itens não podem estar presentes na lista da escola.

Anote aí e confira na lista da escola de seu filho o que está proibido, por lei, de entrar na relação de itens: materiais de uso coletivo (tinta guache, massas, lápis para quadro branco, algodão), materiais de higiene e de escritório (envelopes, clipes, tinta para impressora, fita adesiva, agenda escolar específica da escola, taxa da reprografia, CD e DVD).

Essa proibição consta na lei federal 12.886/2013, que vale desde o ano passado. A escola não pode te obrigar a pagar por materiais de uso coletivo.

A instituição só pode pedir o que for para o ensino da criança. As outras coisas são de competência da escola e já devem estar embutidas no valor da mensalidade ou na verba que a escola recebe do governo, caso seja pública.

Outro ponto importante a ser observado é a citação de marcas e lojas específicas. Você tem o direito de escolher o material que mais agrade ou o de menor preço. A escola pode até sugerir a marca, mas jamais obrigar a compra dela.

Algumas instituições de ensino utilizam apostilas como material didático. Nesse caso, a escola pode exigir a compra.

Caso você encontre algum material indevido na lista, procure a coordenação da escola e explique que isso é proibido. Se não houver solução por parte da escola, procure o PROCON.

Observe também o valor da mensalidade e os custos que estão embutidos nela. Já houve caso em que uma escola cobrou uma taxa pelo uso do ar condicionado. Esse custo deve vir embutido na matrícula, e não em forma de taxa. Parece óbvio, e é mesmo. Os valores, o contrato e também o número de alunos por sala devem ser divulgados 45 dias antes da data da matrícula.

Economize

Antes de sair de casa, com a lista em mãos, verifique quais itens restaram do ano passado e avalie se é possível reaproveitá-los. Talvez você não precise comprar outro conjunto completo de lápis de cor ou réguas, por exemplo.

Compensa, e muito, pesquisar os preços em pelo menos três estabelecimentos antes de sair às compras. Um mesmo produto pode ter valores bem diferentes se comprado em uma papelaria do bairro, em um supermercado ou em uma loja de materiais para escritório.

Caso você opte por comprar os materiais pela internet, preste muita atenção. Antes de cair em qualquer tentação de promoção, consulte no PROCON a lista de sites de compras não recomendados.

É muito importante solicitar a Nota fiscal no ato da compra. Não confie apenas na nota que vem apenas com o valor total, no tíquete do cartão ou na fatura. Você tem que ter a nota detalhada para saber o que comprou e quanto pagou.

Caso precise trocar algum produto com defeito, o Código de Defesa do Consumidor estabelece alguns prazos para a troca: quando o material comprado é não-durável, o consumidor tem 30 dias para reclamar, contados a partir da data da compra. Se o material é durável, como livros e cadernos, o consumidor tem 90 dias. Após a reclamação, o fornecedor tem 30 dias para resolver.